Muitas são as aflições dos justos,mas o Senhor o livra de todas.Bem aventurados os puros de coração,porque eles verão a Deus.obrigada pela sua amizade,Deus te abençõe sempre.

O LIVRO DOS MÁRTIRES

25-12-2010 22:28

 

 

 

 

 

O LIVRO

DOS MÁRTIRES

 

John Fox

 

 

Primeira edição, escrita por Fox no século XVI,

e ampliação de William Byron Forbush no século XIX.

 

 

Tradução do espanhol para o português realizada por Daniela Raffo,

Terminada em quarta-feira, 16 de abril de 2008, 13:28:05

 

 

NOTA DA TRADUTORA:

Todas as citações bíblicas foram extraídas das versões:

ACF: Almeida Corrigida e Revisada, Fiel ao Texto Original

PJFA: João Ferreira de Almeida Atualizada

NVI:Nova Versão Internacional

Esses textos aparecerão em itálico. Os textos bíblicos que não estão em itálico nem com a indicação de sua fonte, foram traduzidos diretamente do texto original espanhol.

 

 

[1] Daí a origem do termo de Cruz de Santo André.

 

8. MARCOS

Nasceu de pais judeus da tribo de Levi. Supõe-se que foi convertido ao cristianismo por Pedro, a quem serviu como amanuense, e sob cujo cuidado escreveu seu Evangelho em grego. Marcos foi arrastado e despedaçado pelo populacho de Alexandria, em grande solenidade de seu ídolo Serapis, acabando sua vida em suas implacáveis mãos.

 

9. PEDRO

Entre muitos outros santos, o bem-aventurado apóstolo Pedro foi condenado a morte e crucificado, como alguns escrevem, em Roma; embora outros, e não sem boas razões, tenham dúvidas a esse respeito. Hegéssipo diz que Nero buscou razões contra Pedro para dá-lhe morte; e que quando o povo percebeu, rogaram-lhe insistentemente que fugisse da cidade. Pedro, ante a insistência deles, foi finalmente persuadido e se dispus a fugir. Porém, chegando até a porta viu o Senhor Cristo acudindo a ele e, adorando-o, lhe disse: "Senhor, aonde vãs?" ao que ele respondeu: "A ser de novo crucificado". Com isto, Pedro, percebendo que se referia a seu próprio sofrimento, voltou à cidade. Jerônimo diz que foi crucificado cabeça para abaixo, com os pés para cima, a petição dele, porque era, disse, indigno de ser crucificado da mesma forma que seu Senhor.

 

10. PAULO

Também o apóstolo Paulo, que antes se chamava Saulo, após seu enorme trabalho e obra indescritível para promover o Evangelho de Cristo, sofreu também sob esta primeira perseguição sob Nero. Diz Obadias que quando se dispus sua execução, Nero enviou dois de seus cavaleiros, Ferega e Partémio, para que lhe dessem a notícia de que ia ser morto. Ao chegarem a Paulo, que estava instruindo o povo, pediram-lhe que orasse por eles, para que eles acreditassem. Ele disse-lhe que em breve acreditariam e seriam batizados diante de seu sepulcro. Feito isso, os soldados chegaram e o tiraram da cidade para o lugar das execuções, onde, depois de ter orado, deu seu pescoço à espada.

 

11. JUDAS

Irmão de Tiago, era comumente chamado Tadeu. Foi crucificado em Edessa o 72 d.C.

 

12. BARTOLOMEU

Predicou em vários países, e tendo traduzido o Evangelho de Mateus na linguajem da Índia, o propalou naquele país. Finalmente foi cruelmente açoitado e logo crucificado pelos agitados idólatras.

 

13. TOMÉ

Chamado Dídimo, predicou o Evangelho em Partia e na Índia, onde por ter provocado a fúria dos sacerdotes pagãos, foi martirizado, sendo atravessado com uma lança.

 

14. LUCAS

O evangelista foi autor do Evangelho que leva seu nome. Viajou com Paulo por vários países, e se supõe que foi pendurado de uma oliveira pelos idólatras sacerdotes da Grécia.

 

15. SIMÃO

Apelidado de zelote, predicou o Evangelho na Mauritânia, África, inclusive na Grã Bretanha, país no qual foi crucificado em 74 d.C.

 

16. JOÃO

O "discípulo amado" era irmão de Tiago o Maior. As igrejas de Esmirna, Sardes, Pérgamo, Filadélfia, Laodicéia e Tiatira foram fundadas por ele. Foi enviado de Éfeso a Roma, onde se afirma que foi lançado num caldeiro de óleo fervendo. Escapou milagrosamente, sem dano algum. Domiciano desterrou posteriormente na ilha de Patmos, onde escreveu o livro do Apocalipse. Nerva, o sucessor de Domiciano, o libertou. Foi o único apóstolo que escapou de uma morte violenta.

 

17. BARNABÉ

Era de Chipre, porém de ascendência judia. Supõe-se que sua morte teve lugar por volta do 73 d.C.

 

E apesar de todas estas contínuas perseguições e terríveis castigos, a Igreja crescia diariamente, profundamente arraigada na doutrina dos apóstolos e dos varões apostólicos, e regada abundantemente com o sangue dos santos.

 

CAPÍTULO 2: As dez primeiras perseguições

 

 

A primeira perseguição

A primeira perseguição da Igreja teve lugar no ano 67, sob Nero, o sexto imperador de Roma. Este monarca reinou pelo espaço de cinco anos de uma maneira tolerável, mas depois deu liberdade ao maior desenfreio e as mais atrozes barbaridades. Entre outros caprichos diabólicos, ordenou que a cidade de Roma fosse incendiada, ordem que foi cumprida pelos seus oficiais, guardas e servos. Enquanto a cidade imperial estava em chamas, subiu na torre de Mecenas, tocando a lira e cantando o cântico do incêndio de Tróia, declarando abertamente que "desejava a ruína de todas as coisas antes de sua morte". Além do grande edifício do Circo Romano, muitos outros palácios e casas ficaram derruídos; vários milhares de pessoas pereceram nas chamas, ou se afogaram com a fumaça, ou foram sepultados sob as ruínas.

Este terrível incêndio durou nove anos. quando Nero descobriu que sua conduta era intensamente censurada, e que era objeto de um profundo ódio, decidiu inculpar os cristãos, aproveitando a oportunidade para escusar-se ao mesmo tempo que enchia seu olhar com novas crueldades. Esta foi a causa da primeira perseguição; e as brutalidades cometidas contra os cristãos foram tais que inclusive moveram os próprios romanos à compaixão. Nero inclusive refinou suas crueldades e inventou todo tipo de castigos contra os cristãos que puder ter sido inventado pela mais infernal imaginação. Particularmente, fez que alguns deles fossem costurados em peles de animais silvestres, lançando-os aos cães até morrerem; a outros os vestiu de camisas untadas com cera, amarrando-os a postes, e os incendiou nos seus jardins, para iluminá-los. Esta perseguição foi geral por todo o Império Romano; porém mais bem aumentou que diminuiu o espírito do cristianismo. Foi durante esta perseguição que foram martirizados são Paulo e são Pedro.

A seus nomes podem-se agregar Erasto, tesoureiro de Corinto; Aristarco, o macedônio, e Trófimo de Éfeso, convertido por são Paulo e seu colaborador, assim como José, comumente chamado Barsabé e Ananias, bispo de Damasco; cada um dos Setenta.

 

A segunda perseguição, sob Domiciano, em 81 d.C.

O imperador Domiciano, de natural inclinado à crueldade, deu morte primeiro a seu irmão, e logo suscitou a segunda perseguição contra os cristãos. Em seu furor deu morte a alguns senadores romanos, a alguns por malícia, e a outros para confiscar seus bens. Depois mandou que todos os pertencentes à linhagem de Davi fossem executados.

Entre os numerosos mártires que sofreram durante esta perseguição estavam Simeão, bispo de Jerusalém, que foi crucificado, e são João, que foi fervido em óleo e depois desterrado a Patmos. Flavia, filha de um senador romano, foi do mesmo modo desterrada ao Ponto; e se ditou uma lei dizendo: "Que nenhum cristão, uma vez trazido ante um tribunal, fique isento do castigo sem que renuncie a sua religião".

Durante este reinado se redargüiram várias histórias inventadas, com o fim de danificar os cristãos. Tal era a paixão dos pagãos que toda fome, epidemia ou terremoto que assolasse qualquer das províncias romanas, era atribuída aos cristãos. Estas perseguições contra os cristãos aumentaram o número de informantes, e muitos, movidos pela cobiça, testemunharam em falso contra as vidas de inocentes.

Outra dificuldade foi que quando qualquer cristão era levado ante os tribunais, era submetido a um juramento de prova, e se recusavam tomá-lo, eram sentenciados a morte; também, se confessavam serem cristãos, a sentença era a mesma.

Os seguintes foram os mais destacados entre os numerosos mártires que sofreram durante esta perseguição.

Dionísio, o areopagita, era ateniense de nascimento, e foi instruído em toda a literatura útil e estética da Grécia. Viajou depois a Egito para estudar astronomia, e realizou observações muito precisas do grande eclipse sobrenatural que teve lugar no tempo da crucifixão de nosso Senhor.

A santidade de sua forma de viver e a pureza de suas maneiras o recomendaram de tal modo entre os cristãos em geral que foi designado bispo de Atenas.

Nicodemo, um benevolente cristão de alguma distinção, sofreu na Roma durante o furor da perseguição de Domiciano.

Protásio e Gervásio foram martirizados em Milan.

Timóteo, o célebre discípulo de são Paulo, foi bispo de Éfeso, onde governou zelosamente a Igreja até o 97 d.C. neste tempo, quando os pagãos estavam para celebrar uma festa chamada Catagogião, Timóteo, enfrentando-se à procissão, os repreendeu severamente por sua ridícula idolatria, o que exasperou de tal modo a plebe que caíram sobre ele com paus, e o espancaram de maneira tão terrível que expirou dois dias depois pelo efeito dos golpes.

 

A segunda perseguição, sob Trajano, 108 d.C.

Na terceira perseguição, Plínio o Jovem, homem erudito e famoso, vendo a lamentável matança de cristãos, e movido por ela à compaixão, escreveu a Trajano, comunicando-lhe que havia muitos milhares deles que eram mortos a diário, que não tinham feito nada contrário à lei de Roma, motivo pelo qual não mereciam perseguição. "Tudo o que eles contavam acerca de seu crime ou erro (como deva chamar-se) só consistia nisto: que costumavam reunir-se em determinado dia antes do amanhecer, e repetirem juntos uma oração composta de honra de Cristo como Deus, e em comprometer-se por obrigação não certamente a cometer maldade alguma, senão ao contrário, a nunca cometer furtos, roubos ou adultério, a nunca falsear a palavra, a nunca defraudar ninguém; depois do qual era costume separar-se, e voltar a reunir-se depois para participar em comum de uma comida inocente".

Nesta perseguição sofreram o bem-aventurado mártir Inácio, quem é tido em grande reverência entre muitos. Este Inácio tinha sido designado para o bispado de Antioquia, seguindo a Pedro na sucessão. Alguns dizem que ao ser enviado da Síria para a Roma, porque professava a Cristo, foi entregue às feras para ser devorado. Também se diz dele que quando passou pela Ásia (a atual Turquia), estando sob o mais estrito cuidado de seus guardiões, fortaleceu e confirmou as igrejas por todas as cidades por onde passava, tanto com suas exortações como predicando a Palavra de Deus. Assim, tendo negado a Esmirna, escreveu à Igreja de Roma, exortando-os para que não empregassem médio algum para libertá-lo de seu martírio, não fosse que o privassem daquilo que mais anelava e esperava. "Agora começo a ser um discípulo. nada me importa das coisas visíveis ou invisíveis, para poder somente ganhar a Cristo. Que o fogo e a cruz, que manadas de bestas selvagens, que a ruptura dos ossos e a dilaceração de todo o corpo, e que toda a malícia do diabo venham sobre mim; assim seja, se só puder ganhar a Cristo Jesus!". E inclusive quando foi sentenciado a ser lançado às feras, tal era o ardente desejo que tinha de padecer, que dizia, cada vez que ouvia rugir os leões: "Sou o trigo de Cristo; vou ser moído com os dentes de feras selvagens para que possa ser achado pão puro".

Adriano, o sucessor de Trajano, prosseguiu esta terceira perseguição com tanta severidade como se antecessor. Por volta desta época foram martirizados Alexandre, bispo de Roma, e seus dois diáconos; também Quirino e Hermes, com suas famílias; Zeno, um nobre romano, e por volta de outros dez mil cristãos.

Muitos foram crucificados no Monte Ararate, coroados de espinhos, sendo traspassados com lanças, em imitação da paixão de Cristo. Eustáquio, um valoroso comandante romano, com muitos êxitos militares, recebeu a ordem de parte do imperador de unir-se a um sacrifício idólatra para celebrar algumas de suas próprias vitórias. Porém sua fé (pois era cristão de coração) era tanto maior que sua vaidade, que recusou nobremente. Enfurecido por esta negativa, o ingrato imperador esqueceu os serviços deste destro comandante, e ordenou seu martírio e o de toda sua família.

No martírio de Faustines e Jovitas, que eram irmãos e cidadãos de Bréscia, tantos foram seus padecimentos e tão grande sua paciência, que Calocério, um pagão, contemplando-os, ficou absorto de admiração e exclamou, num arrebato: "Grande é o Deus dos cristãos!", pel qual foi preso e foi-lhe feito sofrer parelha sorte.

Muitas outras crueldades e rigores tiveram de padecer os cristãos, até que Quadratus, bispo de Atenas, fez uma erudita apologia em seu favor perante o imperador, que estava então presente, e Aristides, um filósofo da mesma cidade, escreveu uma elegante epístola, o que levou Adriano a diminuir sua severidade e a ceder em favor deles.

Adriano, ao morrer no 138 d.C., foi sucedido por Antonino Pio, um dos mais gentis monarcas que jamais reinou, e que deteve as perseguições contra os cristãos.

 

A quarta perseguição, sob Marco Aurélio Antonino, 162 d.C.

Marco Aurélio sucedeu no trono no ano 161 de nosso Senhor, era um homem de natureza mais rígida e severa, e embora elogiável no estudo da filosofia e em sua atividade de governo, foi duro e feroz contra os cristãos, e desencadeou a quarta perseguição.

As crueldades executadas nesta perseguição foram de tal calibre que muitos dos espectadores se estremeciam de horror ao vê-las, e ficavam atônitos ante o valor dos sofredores. Alguns dos mártires eram obrigados a passar, com os pés já feridos, sobre espinhas, pregos, aguçadas conchas, etc., colocados em ponta; outros eram açoitados até que ficavam à vista seus tendões e veias e, depois de ter sofrido os mais atrozes sofrimentos que puderam inventar-se, eram destruídos pelas mortes mais temíveis.

Germânico, um homem jovem, porém verdadeiro cristão, sendo entregue às feras a causa de sua fé, se conduziu com um valor tão assombroso que vários pagãos se converteram naquela fé que inspirava tal arrojo.

Policarpo, o venerável bispo de Esmirna, ocultou-se ao ouvir que estavam procurando-o, mas foi descoberto por uma criança. Depois de dar uma comida aos guardas que o haviam prendido, pediu-lhes uma hora de oração, o que lhe foi permitido, e orou com tal fervor que os guardas que o haviam prendido lamentaram tê-lo feito. Contudo, levaram-no ante o pró-cônsul, e foi condenado e queimado na praça do mercado.

O pró-cônsul o pressionou, dizendo: "Jura, e dar-te-ei a liberdade: blasfema contra Cristo".

Policarpo respondeu-lhe: "Durante oitenta e seis anos tenho servido Ele, e nunca me fez mal algum: Como iria eu a blasfemar contra meu Rei, que me salvou?" Na estaca foi somente amarrado, e não pregado segundo o costume, porque assegurou-lhes que ia a ficar imóvel; ao acender-se a fogueira, as chamas rodearam seu corpo, como um arco, sem tocá-lo; então deram ordem ao carrasco para traspassá-lo com sua espada, com o qual manou tal quantidade de sangue que apagou o fogo. Não obstante se deu ordem, por instigação dos inimigos do Evangelho, especialmente os judeus, que seu corpo fosse consumido na fogueira, e a petição de seus amigos, que desejavam dar-lhe cristã sepultura, foi rejeitada. Contudo, recolheram seus ossos e tanto de seus membros como puderam, e os enterraram decentemente.

Metrodoro, um ministro que predicava denodadamente, e Pionio, quem fez várias excelentes apologias da fé cristã, foram também queimados. Carpo e Papilo, dois dignos cristãos, e Agatônica, uma piedosa mulher, sofreram o martírio em Pergamopolis, na Ásia.

Felicitate, uma ilustre dama romana, de uma família de boa posição, e muito virtuosa, era uma devota cristã. Tinha sete filhos, aos que tinha educado na mais exemplar piedade.

Enero, o mais velho, foi flagelado e prensado até morrer com pesas; Felix e Felipe, que o seguiam em idade, foram descerebrados com paus; Silvano, o quarto, foi assassinado sendo lançado de um precipício; e os três filhos menores, Alexandre, Vital e Marcial, foram decapitados. A mãe foi depois decapitada com a mesma espada que os outros três.

Justino, o célebre filósofo, morreu mártir nesta perseguição. Era natural de Napolis, em Sarnária, e tinha nascido o 103 d.C. foi um grande amante da verdade e erudito universal; investigou as filosofias estóica e peripatética, e provou a pitagórica, porém, desgostando-lhe a conduta de um de seus professores, investigou a platônica, na qual achou grande deleite. Por volta do ano 133, aos trinta anos de idade, se converteu ao cristianismo, e então, por vez primeira, percebeu a verdadeira natureza da verdade.

Escreveu uma elegante epístola aos gentios, e empregou seus talentos para convencer os judeus da verdade dos ritos cristãos. Dedicou grande tempo a viajar, até que estabeleceu residência em Roma, no monte Viminal.

Abriu uma escola pública, ensinou a muitos que posteriormente foram personagens proeminentes, e escreveu um tratado para confrontar as heresias de todo tipo. Quando os pagãos começaram a tratar os cristãos com grande severidade, Justino escreveu sua primeira apologia em favor deles. Este escrito exibe uma grande erudição e gênio, e fez com que o imperador publicasse um édito em favor dos cristãos.

Pouco depois entrou em freqüentes discussões com Crescente, pessoa de vida viciosa, mas que era célebre filósofo cínico; os argumentos de Justino foram tão poderosos, porém odiosos para o cínico, que decidiu, e conseguiu, sua destruição.

A segunda apologia de Justino, devido a determinadas coisas que continha, deu ao cínico Crescente uma oportunidade para predispor o imperador em contra de seu autor, e por isto Justino foi preso, junto com seis companheiros dele. Ao ser-lhe ordenado que sacrificasse aos ídolos pagãos, recusaram, e foram condenados a serem açoitados e depois decapitados; esta sentença se cumpriu com toda a severidade imaginável.

Vários foram decapitados por recusar sacrificar à imagem de Júpiter, em particular Concordo, diácono a cidade de Espólito.

Ao levantar-se em armas contra Roma algumas das agitadas cidades do norte, o imperador empreendeu a marcha para enfrentar-se com elas. Contudo, viu-se preso numa emboscada e temeu perder todo seu exército. Encerrado entre montanhas, rodeado de inimigos e morrendo de sede, em vão invocaram as deidades pagãs, e então ordenou aos homens que pertencia à militine (legião do trovão) que orassem a seu Deus pedindo socorro. De imediato teve lugar uma miraculosa liberação; caiu uma quantidade prodigiosa de chuva, que foi recolhida pelos homens, construindo represas, e deu um alívio repentino e assombroso. Parece que a tormenta, que se abateu intensamente sobre os rostos dos inimigos, os intimidou de tal modo que uma parte desertou para o exército romano; o resto foi derrotado, e as províncias rebeldes totalmente recuperadas.

Este assunto fez que a perseguição amainasse por algum tempo, pelo menos naquelas zonas imediatamente sob a inspeção do imperador, porém nos encontramos com que pronto se desencadeou na França, particularmente em Lyon, onde as torturas que foram impostas a muitos dos cristãos quase excedem a capacidade de descrição.

Os principais destes mártires foram um jovem chamado Vetio Agato; Blandina, uma dama cristã de débil constituição; Sancto, que era diácono em Vienna, ao qual aplicaram pratos de bronze incandescentes sobre as partes mais sensíveis de seu corpo; Bíblias, uma débil mulher que tinha sido apóstata anteriormente. Attalo, de Pérgamo, e Potino, o venerabel bispo de Lyon, que tinha noventa anos. o dia em que Blandina e outros três campeões da fé foram levados no anfiteatro, a ela a penduraram num madero fixado no solo, e a expuseram às feras como alimento, enquanto ela, com suas fervorosas orações, alentava os outros. Mas nenhuma das feras a tocou, pelo que foi conduzida de volta às masmorras. Quando foi tirada para fora por terceira e última vez, saiu acompanhada de Pontico, um jovem de quinze anos, e a constância da fé deles enfureceu de tal modo a multidão que não foram respeitados nem o sexo dela nem a juventude dele, e foram feitos objeto de todo tipo de castigos e torturas. Fortalecido por Blandina, o rapaz perseverou até a morte; ela, depois de suportar os tormentos mencionados, foi finalmente morta com espada.

Nestas ocasiões, quando os cristãos recebiam o martírio, eram ornados e coroados com guirlandas de flores; por elas, no céu, recebiam eternas coroas de glória.

Foi dito que as vidas dos cristãos primitivos consistiam em "perseguição acima do chão e oração embaixo do solo". Suas vidas estão expressadas pelo Coliseo e as catacumbas, que eram ao mesmo tempo templos e túmulos. A primitiva Igreja em Roma poderia ser chamada com razão de Igreja das Catacumbas. Existem umas sessenta catacumbas em Roma, nas que foram seguidas uns mil quilômetros de galerias, e isto não é sua totalidade. Estas galerias têm uma altura de uns 2,4 metros, e uma largura de entre 1 metro e 1,5 metros, e contêm a cada lado várias fileiras de recessos longos, baixos, horizontais, um acima de outro a modo de beliches de barco. Nestes nichos eram colocados os cadáveres, e eram fechados bem com uma simples lápide de mármore, ou com várias grandes lajes de terra cozida. Nestas lápides ou lajes há gravados ou pintados epitáfios e símbolos. Tanto os pagãos como os cristãos sepultavam seus mortos nestas catacumbas. Quando se abriram os sepulcros cristãos, os esqueletos contaram sua temível história. Encontram-se cabeças separadas do corpo; costelas e clavículas quebradas, ossos freqüentemente calcinados pelo fogo. Mas apesar da terrível história de perseguição que podemos ler ali, as inscrições respiram paz, gozo e triunfo. Aqui temos umas quantas:

"Aqui jaz Maria, colocada para repousar num sonho de paz".

"Lourenço a seu mais doce filho, levado pelos anjos".

"Vitorioso em paz e em Cristo".

"Ao ser chamado, partiu em paz".

Lembremos, ao lermos estas inscrições, a história que os esqueletos contam perseguição, tortura e fog.

Mas a plena força destes epitáfios se aprecia quando os contrastamos com os epitáfios pagãos, como:

"Vive para esta hora presente, porque de ns mais estamos seguros".

"Levanto minha mão contra os deuses que me arrebataram aos vinte anos, embora nada de mau tivesse feito".

"Uma vez não era. Agora não sou. Nada sei disso, e não é minha preocupação".

"Peregrino, não me amaldiçoes quando passes por aqui, porque estou em trevas e não posso responder".

Os mais freqüentes símbolos cristãos nas paredes das catacumbas são o bem-estar pastor com o cordeiro em seus ombros, uma nave com todas suas velas, harpas, âncoras, coroas, videiras e, por acima de tudo, o peixe.

 

A quinta perseguição, começando com Severo em 192 d.C.

Severo, recuperado de uma grave doença pelos cuidados de um cristão, chegou a ser um grande favorecedor dos cristãos em geral; porém ao prevalecerem os prejuízos e a fúria da multidão ignorante, se puseram em ação umas leis obsoletas contra os cristãos. O avanço do cristianismo alarmava os pagãos, e reavivaram a mofada calúnia de imputar aos cristãos as desgraças acidentais que sobrevinham. Esta perseguição desencadeou-se em 192 d.C.

Mas embora rugia a malícia persecutória, contudo o Evangelho resplandecia brilhantemente; e firme como inexpugnável rocha resistia com êxito os ataques de seus gritantes inimigos. tertuliano, quem viveu nesta época, nos informa que se os cristãos tivessem saído em multidão dos territórios romanos, o imperador teria ficado despovoado em grande modo.

Vitor, bispo de Roma, sofreu o martírio no primeiro ano do século terceiro, o 201 d.C. Leônidas, pai do célebre Orígenes, foi decapitado por cristão. Muitos dos ouvintes de Orígenes também sofreram o martírio; em particular dois irmãos, chamados Plutarco e Sereno; outro Sereno, Herón e Heráclides foram decapitados. A Rhais lhe derramaram breu fervendo sobre a cabeça, e depois o queimaram, como também a sua mãe Marcela. Potainiena, irmã de Rhais, foi executada da mesma forma que ele; porém Basflides, oficial do exército, a quem foi ordenado que assistisse à execução, se converteu.

Ao pedir a Bassílides, que era oficial, que realizasse certo juramento, recusou, dizendo que não podia jurar pelos ídolos romanos, já que era cristão. Cheios de estupor, os da plebe não podiam ao princípio acreditar no que ouviam; porém, tão pronto como ele confirmou o que dissera, foi arrastado até o juiz, lançado em cárcere, e pouco depois, decapitado.

Irineu, bispo de Lyon, tinha nascido na Grécia, e recebeu uma educação esmerada e cristã. Supõe-se geralmente que o relato das perseguições em Lyon foi escrito por ele mesmo. sucedeu ao mártir Potino como bispo de Lyon, e governou sua diocese com grande discrição; era um zeloso oponente das heresias em geral, e por volta de 187 d.C. escreveu um célebre tratado contra as heresias. Vitor, bispo de Roma, querendo impor nessa cidade a observância da Páscoa, dando-lhe preferência sobre outros lugares, ocasionou alguns desordens entre os cristãos. De modo particular, Irineu escreveu-lhe uma epístola sinódica, em nome das igrejas galicianas. Este zelo em favor do cristianismo o indicou como objeto de ressentimento ante o imperador, e foi decapitado em 202 d.C.

Estendendo-se as perseguições para a África, muitos foram martirizados naquele lugar do globo; mencionaremos os mais destacados dentre eles.

Perpétua, de uns vinte e dois anos, casada. Os que sofreram com ela foram Felicitas, uma mulher casada e já em muito avançado estado de gestação quando foi apreendida, Revocato, catecúmeno de Cartago, e um escravo. Os nomes dos outros presos destinados a sofrer nesta ocasião eram Saturnino, Secúndulo e Satur. No dia indicado para sua execução foram conduzidos para o anfiteatro. A Satur, Secúndulo e Revocato foi-lhe ordenado que corressem entre duas fileiras de feras, as quais os flagelavam severamente enquanto corriam. Felicitas e perpétua foram despidas para lançá-las a um touro bravio, que se lançou primeiro contra Perpétua, deixando-a inconsciente; depois se abalançou contra Felicitas, e a escorneou terrivelmente; porém não estavam ainda mortas, pelo que o carrasco as liquidou com uma espada. Revocato e Satur foram devorados pelas feras; Saturnino foi decapitado e Secúndulo morreu no cárcere. Estas execuções tiveram lugar no 8 de março do ano 205 d.C.

Esperato e outros doze foram decapitados, o mesmo que Andrócles na França. Asclepiades, bispo da Antioquia, sofreu muitas torturas, porém não foi morto.

Cecília, uma jovem dama de uma nobre família de Roma, foi casada com um cavaleiro chamado Valeriano, e converteu a seu marido e irmão, que foram decapitados; o oficial que os levou à execução foi convertido por eles, e sofreu a mesma sorte. A dama foi lançada nua num banho fervente, e permanecendo ali um tempo considerável, a decapitaram com uma espada. Isto aconteceu em 222 d.C.

Calixto, bispo de Roma, sofreu martírio o 224 d.C., porém não se registra a forma de sua morte; Urbano, bispo de Roma, sofreu a mesma sorte o 232 d.C.

 

A sexta perseguição, sob Maximino, o 235 d.C.

O 235 d.C. começou, sob Maximino, uma nova perseguição. O governador da Capadócia, Sereiano, fez tudo o possível por exterminar os cristãos daquela província.

As pessoas principais que morreram sob este reinado foram Pontiano, bispo de Roma; Anteros, um grego, seu sucessor, que ofendeu o governo ao recolher as atas dos mártires. pamáquio e Quirito, senadores romanos, junto com suas famílias inteiras, e muitos outros cristãos: Simplício, também senador; Calepódi, um ministro cristão, que foi lançado no Tíber. Martina, uma nobre e formosa donzela; e Hipólito, um prelado cristão, que foi amarrado a um cavalo indômito, e arrastado até morrer.

Durante esta perseguição, suscitada por Maximino, muitíssimos cristãos foram executados sem juízo, e enterrados indiscriminadamente em montões, às vezes cinqüenta ou sessenta lançados juntos numa fossa comum, sem a mais mínima decência.

Ao morrer o tirano Maximino em 238 d.C., o sucedeu Gordiano, e durante seu reinado, assim como o de seu sucessor Felipe, a Igreja esteve livre de perseguições durante mais de dez anos; porém em 249 d.C. desatou-se uma violenta perseguição na Alexandria, por instigação de um sacerdote pagão, sem conhecimento do imperador.

 

A sétima perseguição, sob Décio, o 249 d.C.

Esta foi ocasionada em parte pelo aborrecimento que tinha contra seu predecessor Felipe, que era considerado cristão, e teve lugar em parte pelos ciúmes ante o assombroso avanço do cristianismo; porque os templos pagãos começavam a serem abandonados, e as igrejas cristãs estavam cheias.

Estas razões estimularam a Décio a tentar a extirpação do nome mesmo de cristão, e foi coisa desafortunada para o Evangelho que vários erros tinham-se deslizado para esta época dentro da Igreja; os cristãos estavam divididos entre si; os interesses próprios dividiam àqueles aos que o amor social devia ter mantido unidos; e a virulência do orgulho deu lugar a uma variedade de facões.

Os pagãos, em geral, tinham a ambição de pôr em ação os decretos imperiais nesta ocasião, e consideravam o assassinato dos cristãos como um mérito para si mesmos. Nesta ocasião os mártires foram inúmeros; mas faremos relação dos principais.

Fabiano, bispo de Roma, foi a primeira pessoa em posição eminente que sentiu a severidade desta perseguição. O defunto imperador tinha colocado seu tesouro sob os cuidados deste bom homem, devido a sua integridade. Porém Décio, ao não achar tanto quanto sua avareza havia-lhe feito esperar, decidiu vingar-se do bom prelado. Foi então arrestado, e decapitado o 20 de janeiro de 250 d.C.

Juliano, nativo da Cilícia, como nos informa são Crisóstomo, foi arrestado por ser cristão. Foi metido num saco de couro, junto com várias serpentes e escorpiões, e assim lançado no mar.

Pedro, um jovem muito atraente tanto de físico como pelas suas qualidades intelectuais, foi decapitado por recusar sacrificar a Vênus. No juízo declarou: "Estou atônito de que sacrifiqueis a uma mulher tão infame, cujas abominações são registradas por vossos mesmos historiadores, e cuja vida consistiu de umas ações que vossas próprias leis castigariam. Não, ao verdadeiro Deus oferecerei eu o sacrifício aceitável de louvores e orações". Ao ouvir isto Ótimo, pró-cônsul da Ásia, ordenou que o prisioneiro fosse estirado na roda de tormento, quebrando-lhe todos os ossos, e depois foi enviado para ser decapitado.

A Nicômaco, chamado a comparecer diante do pró-cônsul como cristão, ordenaram-lhe que sacrificasse aos ídolos pagãos. "Nicômano replicou: "Não posso dar a demônios a reverência devida só ao Todo Poderoso". Esta maneira de falar enfureceu de tal modo o pró-cônsul que Nicômaco foi colocado no potro. Depois de suportar os tormento durante algum tempo, se desdisse, porém apenas tinha dado tal prova de fraqueza, caiu nas maiores agonias, caindo no chão e expirando imediatamente.

Denisa, uma jovem de só dezesseis anos, que contemplou este terrível juízo, exclamou de repente: "Oh, infeliz, para que comprar um momento de alívio a custa de uma eternidade de miséria!". Ótimo, ao ouvir isto, chamou-a, e ao reconhecer-se Denisa como cristã, fou logo decapitada por ordem sua.

André e Paulo, dois companheiros de Nicômaco o mártir, sofreram o martírio o 251 d.C. por lapidação, e morreram clamando a seu bendito Redentor.

Alexandre e Epímaco, de Alexandria, foram arrastados por serem cristãos; ao confessar que efetivamente o eram, foram espancados com paus, desgarrados com ganchos, e no final, queimados com fogo; também se nos informa, um fragmento preservado por Eusébio, que quatro mulheres mártires sofreram naquele mesmo dia, e no mesmo lugar, porém não da ma forma, por quanto foram decapitadas.

Luciano e Marciano, dois malvados pagãos, embora hábeis mágicos, se converteram ao cristianismo, e para expiarem seus antigos erros viveram como eremitas, sustentando-se só de pão e água. Depois de um tempo nesta condição, converteram-se em zelosos predicadores, e fizeram muitos conversos. Não obstante, rugindo nesta época a perseguição, foram apreendidos e levados ante Sabínio, o governador de Bitínia. Ao perguntar-lhes com base em que autoridade dedicavam-se a predicar, Luciano respondeu: "Que as leis da caridade e da honestidade obrigavam a todo homem a buscar a conversão de seus semelhantes, e a fazer tudo o que estiver em seu poder para libertá-los das garras do diabo".

Tendo assim respondido Luciano, Marciano agregou que a conversão deles "teve lugar pela mesma graça que tinha sido dada a são Paulo, quem, de zeloso perseguidor da Igreja, se converteu em predicador do Evangelho".

Vendo o pró-cônsul que não podia prevalecer sobre eles para que renunciassem a sua fé, os condenou a serem queimados vivos, sentença que foi logo executada.

Trifão e Respício, dois homens eminentes, foram apreendidos como cristãos, e encarcerados em Niza. Seus pés foram traspassados com pregos; foram arrastados pelas ruas, açoitados, desgarrados com ganchos de ferro, queimados com tochas e finalmente decapitados, o 1º de fevereiro de 251 d.C.

Ágata, uma dama siciliana, não era tão notável pelos seus dotes pessoais e adquiridas como pela sua piedade; tal era sua formosura que Quintiano, governador da Sicilia, apaixonou-se por ela, e fez muitas tentativas para vencer sua castidade, porém sem êxito. A fim de gratificar suas paixões com a maior facilidade, colocou a virtuosa dama nas mãos de Afrodica, uma mulher infame e licenciosa. Esta miserável tratou, com seus artifícios, de ganhá-la para a desejada prostituição, mas viu falidos todos seus esforços, porque a castidade de Ágata era inexpugnável, e ela sabia muito bem que só a virtude poderia procurar uma verdadeira felicidade. Afrodica fez saber a Quintiano a inutilidade de seus esforço e este, enfurecido ao ver seus desígnios perdidos, mudou sua concupiscência pelo ressentimento. Ao confessar ela que era cristã, decidiu satisfazer-se com a vingança, ao não poder fazê-lo com a paixão. Seguindo ordens suas, foi flagelada, queimada com ferros candentes, e desgarrada com aguçados ganchos. Tendo suportado estas torturas com admirável fortaleza, foi logo colocada nua sobre brasas misturadas com vidro, e depois devolvida ao cárcere, onde expirou o 5 de fevereiro de 251.

Cirilo, bispo de Gortyna, foi preso por ordens de Lúcio, governador daquele lugar, que contudo o exortou a obedecer a ordem imperial de realizar sacrifícios, e salvar sua venerável pessoa da destruição; pois tinha oitenta e quatro anos. o bom prelado respondeu-lhe que como havia ensinado a outros durante muito tempo para que salvassem suas almas, agora só podia pensar em sua própria salvação. O digno prelado escutou sua sentença, dada com fúria, sem a menor emoção, andou animadamente até o lugar da execução, e sofreu seu martírio com grande inteireza.

Em nenhum lugar se manifestou esta perseguição com tanta sanha como na ilha de Creta, porque o governador, sumamente ativo na execução dos éditos imperiais, fez correr rios de sangue dos piedosos.

Babylas, um cristão com educação acadêmica, chegou a ser bispo de Antioquia o 237 d.C., depois de Zebino. Agiu com um zelo sem igual, e governou a Igreja com uma prudência admirável durante os tempos mais tormentosos.

A primeira desgraça que teve lugar na Antioquia durante sua missão foi seu assédio por Sapor, rei da Pérsia, que tendo invadido toda a Síria, tomou e saqueou esta cidade entre outras, e tratou os moradores cristãos dela com maior dureza que aos outros; porém foi pronto derrotado totalmente por Gordiano.

Depois da morte de Gordiano, no reinado de Décio, este imperador veio para a Antioquia, expressando seu desejo de visitar uma assembléia de cristãos; mas Babylas se opus, e negou-se absolutamente a que entrasse. O imperador dissimulou sua ira naquele tempo, porém pronto mandou buscar o biscpo, repreendendo-o duramente por sua insolência, e depois lhe ordenou que sacrificasse às deidades pagãs como expiação pela sua ofensa. Ao recusar, foi lançado no cárcere, carregado de correntes, tratado com a maior severidade, e depois decapitado, junto com três jovens que tinham sido seus alunos. Isto aconteceu em 251 d.C.

Alexandre, bispo de Jerusalém, foi encarcerado pela sua religião nesta mesma época, e ali morreu devido à dureza de seu encerro.

Juliano, um ancião e coxo devido à gota, e Cronião, um outro cristão, foram amarrados às gibas de uns camelos, cruelmente flagelados, e depois lançados no fogo e consumidos. Também quarenta donzelas foram queimadas na Antioquia, depois de terem sido encarceradas e flageladas.

No ano 251 de nosso Senhor, o imperador Décio, depois de ter erigido um templo pagão em Éfeso, ordenou que todos os habitantes da cidade sacrificassem aos ídolos. Esta ordem foi nobremente rechaçada por sete de seus próprios soldados, isto é, Maximiano, Marciano, Joanes, Malco, Dionísio, Seraiáon e Constantino. O imperador, querendo lograr que a estes soldados renunciassem a sua fé mediante suas exortações e brandura, deu-lhes um tempo considerável de respiro até voltarem de uma expedição. Durante a ausência do imperador, estes fugiram e se ocultaram numa caverna; ao saber disto o imperador a sua volta, a boca da cova foi selada, e todos morreram de fome.

Teodora, uma formosa e jovem dama de Antioquia, recusou sacrificar aos ídolos de Roma, e foi condenada ao bordel, para que sua virtude fosse sacrificada à brutalidade da concupiscência. Dídimo, um cristão, disfarçou-se com um uniforme de soldado romano, foi ao prostíbulo, informou a Teodora de quem era, e a aconselhou a fugir disfarçada com suas roupas. feito isto, e ao encontrarem um homem no bordel em lugar da formosa dama, Dídimo foi levado ante o governador, a quem confessou a verdade; ao reconhecer-se cristão, de imediato foi pronunciada contra ele a sentença de morte. Teodora, ou ouvir que seu libertador iria sofrer, acudiu ante o juiz, e rogou-lhe que a sentença recaísse sobre ela como pessoa culpável; porém, surdo aos clamores dos inocentes, e insensível às demandas da justiça, o implacável juiz condenou ambos, e foram executados; primeiro decapitados, e depois seus corpos queimados.

Secundiano, acusado de ser cristão, estava sendo conduzido a prisão por vários soldados. No caminho, Veriano e Marcelino disseram-lhes: "Aonde levais um inocente?". Esta pergunta levou ao arresto deles e os três, depois de terem sido torturados, foram enforcados e decapitados.

Orígenes, o célebre presbítero e catequista de Alexandria, foi arrestado quando tinha sessenta e quatro anos, e foi lançado numa imunda masmorra, carregado de correntes, com os pés no cepo, e suas pernas estendidas ao máximo vários dias seguidos. Foi ameaçado com fogo, e torturado com todos os médios caprichados que podiam inventar as mentes mais infernais. Durante este cruel e prolongado tormento morreu o imperador Décio, e Gálio, quem o sucedeu, se envolveu numa guerra contra os godos, com o qual os cristãos tiveram um respiro. Durante este intervalo, Orígenes obteve a liberdade, e, retirando-se a Tiro, ficou ali até sua morte, que lhe sobreveio aos sessenta e nove anos de idade.

Tendo gálio concluído suas guerras, desatou-se uma praga no império; o imperador ordenou então sacrifícios às deidades pagãs, e se desencadearam perseguições desde o coração do império, estendendo-se até as províncias mais afastadas, e muitos caíram mártires da impetuosidade do populacho, assim como do prejuízo dos magistrados. Entre estes mártires estiveram Cornélio, bispo cristão de Roma, e seu sucessor Lúcio, em 253.

A maioria dos erros que se introduziram na Igreja nesta época surgiram por colocar a razão humana em competição com a revelação; mas ao demonstrar os teólogos mais capazes a falácia de tais argumentos, as opiniões que as haviam suscitado se desvaneceram como as estrelas diante do sol.

 

A oitava perseguição, sob Valeriano, 257 d.C.

Esta começou sob Valeriano, no mês de abril de 257 d.C., e continuou durante três anos e seis meses. Os mártires que caíram nesta penosa perseguição foram inúmeros, e suas torturas e mortes igual de variadas e penosas. Os mais eminentes entre os mártires foram os seguintes, embora não se respeitassem categoria, sexo nem idade.

Rufina e Secunda eram duas formosas e cumpridas damas, filhas de Astério, um cavaleiro eminente em Roma. Rufina, a mais velha, estava prometida em matrimônio a Armentário, um jovem nobre; Secunda, a menor, a Verino, pessoa de alcurnia e opulência. Os pretendentes, ao começar a perseguição, eram ambos cristãos; porém quando surgiu o perigo, renunciaram a sua fé para salvar suas fortunas. Se esforçaram então muito em persuadir às damas a fazer o mesmo mas, frustrados em seus propósitos, foram tão abjetos como para informar em contra delas que, arrestadas como cristãs, foram feitas comparecer ante Júnio Donato, governador de Roma, onde, em 257 d.C., selaram seu martírio com sangue.

Estevão, bispo de Roma, foi decapitado, aquele mesmo ano, e por aquele tempo Saturnino, o piedoso bispo ortodoxo de Toulouse, que recusou sacrificar aos ídolos, foi tratado com as mais bárbaras indignidades imagináveis, e amarrado pelos pés à cauda de um touro. Ao dar um sinal, o enfurecido animal foi conduzido escadas abaixo pelas escadarias do templo, com o qual foi destrocado o crânio do digno mártir até saírem os miolos.

Sixto sucedeu a Estevão como bispo de Roma. Supõe-se que era grego de nascimento ou origem, e tinha servido durante um tempo como diácono sob Estevão. Sua grande fidelidade, singular sabedoria e valor não comum o distinguiram em muitas ocasiões; e a feliz conclusão de uma controvérsia com alguns hereges é geral imputada à sua piedade e prudência. No ano 258, Marciano, que dirigia os assuntos do governo de Roma, conseguiu uma ordem do imperador Valeriano para dar morte a todo o clero cristão de Roma, e por isso o bispo, com seis de seus diáconos, sofreu o martírio em 258.

Aproximemo-nos ao fogo do martirizado Lourenço, para que nossos frios corações sejam por ele feitos arder. O implacável tirano, sabendo que não só era ministro dos sacramentos, senão também distribuidor das riquezas da Igreja, se prometia uma dupla presa com o arresto de uma só pessoa. primeiro, com o rastelo da avareza, conseguir para si mesmo o tesouro de cristãos pobres; depois, com o feroz ancinho da tirania, para agitá-los e perturbá-los, exauri-los em sua profissão, com um rosto feroz e cruel semblante, o cobiçoso lobo exigiu saber onde Lourenço tinha repartido as riquezas da Igreja; este, pedindo três dias de tempo, prometeu declarar onde poderia conseguir o tesouro. Enquanto isso, fez congregar uma grande quantidade de cristãos pobres. Assim, quando chegou o dia em que devia dar sua ro, o perseguidor ordenou-lhe que se mantivesse fiel à promessa. Então, o valoroso Lourenço, estendendo seus braços para os pobres, disse: "Estes são os preciosos tesouros da Igreja; estes são verdadeiramente o tesouro, aqueles nos que reina a fé de Cristo, nos que Jesus Cristo tem sua morada. Que jóias mais preciosas pode ter Cristo, senão aqueles nos que tem prometido morar? Porque assim está escrito: "Tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me" [2]

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Presidente de honra da ieaderp

Antonio Silva Santana nasceu em 1932 na cidade de Baixa da Palmeira (BA). Iniciou seus trabalhos na obra do Senhor Jesus ainda jovem, foi separado para o santo ministério em 1970 e auxiliou diversos pastores, até ser convocado a assumir a Assembléia de Deus na cidade de Franca (SP). Anos depois, foi convocado para presidir a IEADERP. Em 1994, iniciou o trabalho de construção de um grande templo, localizado na Via Norte. Em 2014 ele completará 30 anos de ministério. O evento de ação de graças aconteceu nos dias 11 e 12 de Janeiro de 2014 - no Grande Templo da IEADERP.

Para contato com o pastor presidente o email: comunicacoes.ieaderp@gmail.com ou pelo telefone 16 3636-9591 (Ribeirão Preto).

Pastor Antonio Silva Santana e irmã Lourdes Santana 

Pastor Presidente.Jairo Santana

Palavra do Pastor Presidente ESTAMOS NA HORA FINAL.

 

A hora do esforço maior!

O Apóstolo João adverte: “Filhinhos já é a ultima hora”( I João 2 : 18)

O gelo da incredulidade tem apagado a chama de muitos corações.

Para nós é a última hora, por isso inimigo de nossas almas tem aumentado a sua semeadura, obscurecendo a obra de Deus e arrancando os últimos grãos de mostarda dos corações fiéis. Através de sutilezas, ele desvia a atenção dos crentes para o materialismo e destrói o vinculo da perfeição que procede do verdadeiro temor de Deus – principio de toda a sabedoria (Pv. 9:10). Tomemos uma decisão agora, antes que seja tarde demais, não basta termos uma visão das necessidades espirituais do mundo e continuarmos de braços cruzados, apenas sentir-se superficialmente comovido, o que nada resolve. É necessário que nos levantar, entrar em ação e fazer alguma coisa.

Paulo, o grande missionário, quando teve a visão do moço da Macedônia, não se esquivou, nem apresentou desculpas, mas deixou tudo e imediatamente partiu. Que o mesmo aconteça conosco! Que os nossos olhos contemplem os milhões sentados em densas trevas, esperando por alguém, por uma mão estendida para conduzi-los a Cristo, pois se aproxima o grande dia da volta do Senhor Jesus e muita coisa ainda há para ser feita. Precisamos reconhecer que ainda há muito que se fazer em prol da evangelização. O Mundo é um campo vastíssimo, muitas igrejas estão perdendo o seu vigor espiritual se envolvendo no luxo, na política; num evangelho social. Oremos irmãos, para que um verdadeiro avivamento venha abrasar os corações, assim teremos certeza que haverá semeadores em número suficiente para esta hora final.

Resta-nos pouco tempo.

Cristo convoca a todos os crentes – fiéis soldados para a obra do esforço maior. Entremos em ação, pois uma responsabilidade sem limites recai sobre os ombros dos legítimos servos de Deus.

“Livra os que estão sendo levados para a morte e salva os que já estão cambaleantes” Prov. 24: 11.

Nós somos os legítimos responsáveis por esta geração. Qual será a nossa atitude? Permaneceremos surdos ao gemido de milhões ao nosso redor que clamam por salvação?

Façamos nossas as palavras do Apostolo Paulo: “Porque se anuncio o Evangelho não tenho de que me envergonhar, pois me é imposta essa obrigação e ai de mim se não pregar o Evangelho” (ICo. 9:16)Urge uma ação total e poderosa da Igreja do Senhor no Brasil para a evangelização de todos as gentes. Os trigais estão maduros.

Que assim Deus nos ajude! Amém.

Pastor.Jairo Santana 

Presidente da Igreja Evangelica Assembléia de Deus  Missão Ministerio de Ribeirão Preto s/p

IEADERP

Poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos

os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!

A alguns deles não procuro, basta saber que eles existem. Esta mera condição

me encoraja a seguir em frente pela vida...mas é delicioso que eu saiba

e sinta que eu os adoro, embora não declare e os procure sempre...

 

Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu Seu filho unigênito,

para que todo aquele que nee crê não pereça, mas tenha a vida eterna.Jo 3.16,

Os Fundadores das Assembleia de Deus No Brasil os Misionário Suecos Daniel Berg e Gunnar vingren

ESTA ERA A PREGAÇÃO DOS MISSIONÁRIOS ,Jesus Salva, cura, batiza com o Espírito Santo e em breve voltará!

"Quando Daniel Berg e Gunnar Vingren chegaram a Belém do Pará, em 19 de novembro de 1910, ninguém poderia imaginar que aqueles dois jovens suecos estavam para iniciar um movimento que alteraria profundamente o perfil religioso e até social do Brasil por meio da pregação de Jesus Cristo como o único e suficiente Salvador da Humanidade e a atualidade do Batismo no Espírito Santo e dos dons espirituais.


Em 18 de junho de 1911, os missionários suecos e mais dezenove irmãos, oriundos da Igreja Batista de Belém, fundaram a Missão de Fé Apostólica, que mais tarde, em 1918, ficou conhecida como Assembléia de Deus".

“No dia 5 de novembro de 1910, os missionários suecos Daniel Berg e Gunnar Vingren deixaram Nova Yorque abordo do navio "CleMent" com destino à Belém do Pará. No início do século XX, apesar da presença de imigrantes alemães e suíços de origem protestante e do valoroso trabalho de missionários de igrejas evangélicas tradicionais, nosso país era quase que totalmente católico [...] Disso tudo surgiu a necessidade de que o trabalho fosse organizado como igreja, o que se deu a 18 de junho de 1911, quando por deliberação unânime, foi fundada a Assembléia de Deus no Brasil, tendo em Daniel Berg e Gunnar Vingren os primeiros orientadores [...] Em 11 de Janeiro de 1918 a denominação foi registrada oficialmente como pessoa jurídica. Com o nome de Assembléia de Deus.”

 

em  6 de Março de 1946 nasce o primero circulo de oração na casa de irmã Albertina no Recife .

 

Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.

2 Coríntios 5:17

VOCÊ AINDA PODE ESCOLHER, CEU OU INFERNO?EXISTEM DUAS PORTAS,UMA DELAS ENTRAREMOS 

SEREMOS BEM RECEPCIONADOS,POREM A OUTRA SEREMOS EMPURRADOS E OBRIGADO A ENTRAR...

VEJA BEM,DUAS PORTAS E UMA SÓ ESCOLHA...E VC JÁ FEZ A SUA ???????

 

 A HISTÓRIA DE LÚCIFER

Conferência por Rodrigo Romo.
Hotel Sheraton, Lisboa, 25 de Fevereiro de 2005
(Os comentários entre parênteses, são de Vitorino de Sousa, que fez a transcrição e a adaptação do que foi dito)
Boa noite. Obrigado pela presença.
Bom, o tema para hoje é um tanto ou quanto crítico e problemático, pois aborda aspectos religiosos pesados:
como é que Lúcifer penetra na estrutura religiosa terrestre há mais de 450 000 anos? Como é que, ao
longo da história da Humanidade, vários semideuses (extraterrestres de várias civilizações galácticas) - os
chamados “anjos caídos” - foram confundidos com Lúcifer que, por sua vez, foi confundido com Satã ou a seita
de Baal, dos Sumerianos?... A Ordem do Dragão Negro surgiu na região central de Órion, na estela Rigel. Esta
estrela representa o berço das raças reptilianas, os Dracos, formatados a partir de um propósito essencial:
sobrevivência biológica, mental, e emocional nas piores condições geológicas e ambientas de existência.
Vejamos desde o início:
O Co-criador do nosso universo local, Nebadon, é Micah (Sananda/Jesus). A Astronomia afirma que a nossa
galáxia (Via Láctea) está localizada no chamado quadrante das 21 galáxias, que é considerado uma zona de
livre arbítrio pelo Comando Estelar. Neste quadrante existe uma proposta evolutiva multi-racial e multinacional
(há outras) onde todos os Filhos viventes têm o direito de aprender a ser co-criadores com Deus. Neste sentido,
as Mónadas Superiores de Escala Maior, que dão origem ao nosso Eu Superior, manifestam-se através de um
processo de encarnação, por via da alma. Daí surge a fragmentação de almas e o primeiro arquétipo da “alma
gémea”… que passamos a vida a procurar e nunca encontramos.1 Então, neste quadrante das 21 galáxias –
regido por Sananda/Jesus - todos os seres cósmicos das Hierarquias dos Arcanjos, Serafins, Querubins, Elohins,
etc., manifestaram o propósito de criar, não um, mas vários protótipos existenciais. O nome de Sananda começou
a tornar-se conhecido, substituindo a energia de Jesus, porque sempre que as pessoas se lembravam de
Jesus Cristo, lembravam-se de Jesus crucificado. Por isso, foi necessário mudar esse conceito para uma visão
de uma entidade alegre e carinhosa. Mas é o mesmo ser.
Segundo os escritos de recebidos por canalização, Nebadon tem cerca de 200 biliões de anos. Mas, como tal
é possível se a Astrofísica afirma que o nosso Universo tem somente cerca de 15 a 22 biliões de anos? Esse
valor está correcto mas diz respeito à manifestação física, palpável, que os cientistas registam através de
técnicas desse próprio plano físico, mas que não conseguem captar os outros cerca 90% da matéria do Universo.
Qual é o maior enigma actual da Astrofísica? É que os mais de 100 biliões de galáxias já detectadas pelo
telescópio espacial Houble representam apenas de 8 a 12% da massa total do Universo. Onde está o resto?
Trata-se de uma energia invisível, que está além do plano físico. É aqui que surge a Teoria Quântica das
realidades paralelas. Desta forma, passa a ser compreensível a informação, recebida por canalização, de que o
nosso Universo tem cerca de 200 biliões de anos, porque estamos a lidar com uma idade não relacionada com a
fisicalidade que nós percepcionamos, mas sim com os outros planos paralelos transdimensionais… que é,
precisamente, onde actua Shtareer, que me foi fornecendo essas datas.
Mas, afinal, como chegamos a Lúcifer?
Quando essas 21 galáxias foram estruturadas, cada uma delas recebeu uma Hierarquia Administrativa que
faria a gerência e a produtividade, ao nível da qualificação e da quantidade das almas a serem distribuídas pelo
Processo Evolutivo. Os famosos Arcanjos foram distribuídos para fazerem a vistoria geral de cada galáxia, trabalhando
com pequenas constelações onde iria ser colocado o Projecto de Vida. A responsabilidade pela zona
chamada “Braço de Órion” ou “Constelação de Órion” foi atribuída a Lúcifer, o 37º Arcanjo “abaixo” de Deus
(Micah). Diz-se, inclusive, que é o Arcanjo mais célebre da Criação. A sua função era, pois, administrar e reger
os processos evolutivos de todas as raças pertencentes ao braço espiral de Órion, ao qual nós pertencemos.
Anágora é uma galáxia vizinha da nossa Via Láctea, situada a cerca de 3255 milhões de anos-luz, mas tem
uma regência diferente. Quando surgiu a frase cósmica “Crescei e multiplicai-vos”, ela foi aplicada a todas as
partes do Universo, sem excepção. Então, todos os Seres das Ordens Espirituais começaram a procriar. O Ser
1 - Veja o texto de Shtareer “Complemento Divino” em www.velatropa.com, botão “Sirva-se”, ligação para ”Yasmin”.
que equivale a Jesus (Micah/Sananda) em Anágora chama-se Anhotak. É um ser da Ordem de Lanonadeck que
habita a 15ª dimensão de consciência.2 Também ele, evidentemente, respeitou a instrução do Pai: “Crescei e
multiplicai-vos”, e começou a multiplicar-se naquela galáxia, que escolhera como o seu Centro de Procriação.
Mas descobriu uma coisa fantástica, extremamente interessante e muito profunda: ele podia “alimentar-se” das
emoções e das percepções dos seus Filhos. Anhotak tinha descoberto uma fonte inesgotável de “alimento”,
êxtase e autocrescimento. Porta nto, esta era uma forma magnífica (e diferente!) de co-criar, crescer e evoluir.
E, no início, os seus filhos sempre acabavam por regressar a ele, com todo o conhecimento adquirido através
das experiências vividas ao longo do seu desenvolvimento, já que a frase real não é “Crescei e multiplicai-vos”,
mas “Crescei, multiplicai-vos e regressai a mim”. Mas o Arcanjo Anhotak passou a “esquecer-se” desta última
parte da frase e deixou de permitir que os seus Filhos voltassem para a Casa do Pai.
Esta é a grande diferença que separa Anhotak (galáxia Anágora) de Sananda (galáxia Via Láctea).
Porquê?... Micah foi bem claro quando deu este comando a todos os seus Arcanjos: “Crescei, multiplicai-vos
e regressai a mim para que, juntos, cheguemos ao Pai Maior. Por conseguinte, os Co-criadores que acatam a
Frequência Crística permitem que os seus Filhos cresçam, despertem a sua consciência, ascendam, se fundam à
Fonte do EU SOU e se somem na Consciência Crística/Mahatma/Búdica universal para que, juntos, façam a
transcendência cósmica para as Esferas Maiores.
Essa é a chave. Mas Anhotak descobriu que isso podia ficar para mais tarde! Então, começou a arrebanhar
raças e raças, limitando-as até à 7ª ou 8ª dimensão de consciência, impedindo-as de ascender. Com isto, criou
uma sociedade altamente racional, com baixa intuição para que as diversas raças não pudessem “chegar” à
espiritualidade, ficando assim presas na famosa Matriz de Controlo. Portanto, a Matriz de Controlo não é da
Terra, vem de fora, é cósmica e tem milhares de anos! Então, os Seres que estão ao serviço da proposta de
vida da Anhotak (não reintegração na Consciência Crística), acreditam e actuam com base naquilo que, para
eles, é real. Embora esses irmãozinhos actuem de uma forma que, para nós, é indevida, estão a
comportar-se de acordo com o que acreditam ser a verdade, e crendo que somos nós que estamos
errados. Quando nós conseguimos compreender essa forma evolutiva, torna-se mais fácil aceitar o
comportamento de um ser não Confederado (não filiado na Confederação Intergaláctica).
Então, aquela passagem bíblica em que o “diabo” tenta Jesus, não tem o objectivo de o tirar do caminho; é
uma tentativa de provar que a verdade do outro (Anhotak) é superior à de Jesus. É um confronto ideológico e
político intergaláctico! Portanto, a galáxia Anágora tornou-se o centro administrativo e jurídico existencial
dessas raças, em grande parte reptilianas e insectóides. Porquê?...
Quando um planeta qualquer passa pelo processo de adaptação geológica, quais são as primeiras formas de
vida que vão suportar as intempéries das alterações geológicas? Os insectos e depois os répteis! Por isso, essas
duas formas biológicas de vida foram escolhidas propositadamente para criarem os Impérios das super-raças e
das superpotências. Os reptilianos e os insectóides não têm sentimentos, pois isso não faz parte da sua
matriz genética original. Têm, contudo, um enorme poder intelectual, uma mentalidade racional 1000 vezes
superior a um Humano. O QI de um reptiliano de nível inferior anda pelos 600 ou 700. Não tem, por isso,
comparação com o nosso (que dificilmente chega aos 100!). Um reptiliano de nível superior chega a um QI de
2600! Mas eles não têm emoções. Então, qual é a grande dificuldade de um reptiliano?... Sentir! Eles são
regidos (geneticamente) por processos lógicos (equivalentes ao hemisfério esquerdo humano).
Notem: um reptiliano não é um assassino, não é um ser malvado; apenas é regido por um comportamento e
racionalização diferentes. Aí é que está o problema (do preconceito dos Humanos em relação aos “maus”). Os
valores éticos e morais de um reptiliano não são iguais aos nossos… e olha que nós não somos nenhum modelo
de ética e comportamento! Então, temos de ter cuidado, porque a nossa ética é muito questionável.
Certa vez, no Brasil, tive contacto com uma cidade intraterrena de Zetas e Grays. Quando me projectei para
conversar com eles e tentei questionar o seu comportamento, eles disseram: “Quem são vocês para questionarem
o nosso comportamento? Vocês matam por dinheiro. São capazes de matar a própria mãe por dinheiro;
por egocentrismo destroem o planeta que vos dá o alimento. Na nossa sociedade, nós não matamos;
respeitamos a vida. Para nós, vocês (Humanos) representam um vírus letal, que está a destruir o próprio planeta
que vos alimenta.” Se reflectirmos sobre o que eles disseram, verificamos ser verdade: a nossa sociedade
está a destruir a Mãe Terra. Matamo-nos por bens materiais, não respeitamos a vida de nada nem de ninguém.
Por isso, estamos nesta situação mundial, que continuará enquanto a nossa consciência não foi despertada e
realinhada. A posição deles é bem interessante, apesar de serem considerados “não confederados”. Mas é só
porque a sua ética é totalmente diferente do conceito crístico - o regresso à Luz.
2 - A Ordem de Lanonadek é uma Ordem de Co -criadores Cósmicos extraterrestres com o poder de co-criar a nível genético.
São os antigos deuses de que falam todas as Escrit uras, incluindo a Bíblia.
Então, há mais ou menos 16.7 biliões de anos, na nossa Via Láctea, Lúcifer, juntamente com uma regência
de seres da Ordem Lanonadek, dá início ao projecto de plantar vida num universo “astral”, de 4D a 6D, que,
com o tempo e a instabilidade magnética da Via Láctea, viria a cristalizar-se nos níveis mais densos de 1D a 3D.
Isto, é claro, não aconteceu de um dia para o outro, demorou alguns milhões de anos.
As primeiras formas de vida a cristalizarem-se no nosso “Braço de Órion” – o nome correcto é “Constelação
de Satânia”, donde derivou o nome de Satã, que entra na história mais tarde - foram as formas marinhas, os
insectos e os répteis. A forma reptiliana, surgida em Órion com cerca de 713 espécies distintas, começa a cristalizar-
se fisicamente – como nós entendemos este conceito – há cerca de 14.3 biliões de anos. O centro desta
manifesta ção ocorre nas estrelas Shaula, Gareb, Spica e em Antares, que é a estrela mais brilhante da
constelação de Escorpião. Também temos outras formações na constelação de Draco, em Rigel – que foi o ponto
mais importante onde se formou o grande império de Órion. Basicamente, o formato reptiliano e insectóide
existe em quase toda a Via Láctea, por uma questão natural de sobrevivência.
O arquétipo adâmico – como nós entendemos o Adão humano – começou a chegar ao nosso quadrante da
Via Láctea, a nível telúrico, há cerca de 9.8 biliões de anos. A sua cristalização física (3D) só viria a ocorrer há
7.4 biliões de anos numa estrela da constelação de Lira. Esse sistema estelar, muito próximo da estrela Vega, a
26 anos-luz da Terra, foi escolhido para manifestar a primeira experiência genética mista, entre Humanos e
Reptilianos, para formar o famoso Draco, com cerca de 50% do padrão genético reptiliano e 50% do padrão
genético adâmico, Humano.
Até aqui, o plano (coordenado pelo Arcanjo Lúcifer) correu muito bem. Só que, no decorrer do processo,
Lúcifer, solicitou ajuda para a administração do seu trabalho co-criativo nos vários sistemas estelares (do seu
“Braço de Órion” ou “Constelação de Satânia”). Um dos candidatos a essa tarefa foi aquele que conhecemos
como Satã, um Lanonadek de segunda ordem da galáxia de Anágora, filho directo de Anhotak. Lúcifer conhecia
Anhotak e sabia que esse Arcanjo tinha uma proposta de vida distinta. Mas, como havia um propósito
semelhante para o grupo das 21 galáxias, achou que não havia inconveniente em chamar Satã.
Quem esteve contra esta “requisição”? O Arcanjo Gabriel. Ele foi o primeiro a perceber que aquilo iria dar
alguns “probleminhas”! Mas ninguém lhe deu atenção porque o Plano Maior previa que, no futuro, por maiores
que fossem os problemas, tudo acabaria por se resolver. Desta forma, cosmicamente, foi permitido que Satã
viesse (da galáxia de Anágora para a Via Láctea), co-criar ao serviço de Lúcifer. Mas… quem “assinaria” tudo
o que fosse feito?... Lúcifer!... Qualquer “borrada” feita abaixo dele, seria da sua responsabilidade!
Então, o que é que fez Satã?
Ele vinha de uma experiência de co-criação na qual inseria geneticamente, nas suas criações, entre 30 a
50% de negatividade. Desta forma, Anhotak, que se alimentava do campo energético emocional dos
seus filhos, criava as condições para que, em Anágora, eles fossem altamente competitivos, se entregassem
ao confronto, à competição e à sobrevivência. Lúcifer não valorizou esse “pequeno” aspecto e deu carta branca
a Satã… que começou a inserir, nos Filhos de Vega (os Dracos, a mistura entre Humanos e Reptilianos) uma
composição genética de competição e de confronto, na ordem de quase 60% de negatividade, dando origem a
uma sociedade altamente competitiva e guerreira.
Assim foi colocada a primeira semente de guerra no nosso sector da galáxia.
Todavia, não é em Vega, mas em Rigel que surge o Grande Império de Órion, através da Ordem
Draconiana, com um índice de negatividade mais baixo, mas também pela mão de Satã. Quando Lúcifer se
apercebe do que estava a acontecer, reconhece um aspecto interessante nessa proposta evolutiva: qualquer
alma que encarnasse naquelas raças, iria experimentar, ao máximo possível, o seu potencial de
co-criação… para o bem ou para o mal (o “célebre” livre arbítrio!). Naquela época, Lúcifer criara, por
decreto, no quadrante de Órion, a reencarnação obrigatória dentro das diversas raças, o que significava que a
alma aprenderia pelo sofrimento ou não, conforme as suas escolhas. Perfeito! Este processo cármico iria
garantir a evolução de todos (sem perder de vista a reintegração crística).
Acontece, porém, que, com o passar do tempo, Satã aliciou para junto de si muitos Seres ligados à Luz, que
começaram a gostar da história de criar uma condição evolutiva onde ninguém mais ascencionasse (não
reintegração crística), ficando presos até à 7D, doando o ectoplasma produzido no medo, na raiva, no
confronto, no sofrimento e na ilusão (onde muitos dos actuais Humanos ainda se encontram!). Então, em
termos telúr icos, os famosos “vampiros” absorvem o ectoplasma gerado pelas nossas emoções
negativas. Foi em decorrência deste processo que começou a surgir um Império que era uma cópia fiel de
Anágora, regida pelo Arcanjo Anhotak.
Foi aí que a coisa saiu do controlo e que começou o grande problema de Lúcifer, pois fora condescendente e
conivente com uma situação que devia ter controlado. Mas ele apostara na ideia de que aquele projecto
permitiria uma via evolutiva muito mais refinada do que o padrão existente nas outras galáxias e
dos outros universos. O mais interessante é que esta situação era do conhecimento do Conselho (Superior)
Melchizedek e do Conselho Voronandek! Por conseguinte, quando as pessoas tentam “crucificar” Lúcifer, há
muito mais “gente” lá em cima que aceitou o desafio. Essa é a questão!
No nosso quadrante, começam então a formar-se raças com alto poder competitivo… como a nossa sociedade
terrestre ainda o demonstra. Assim, no decorrer dos processos evolutivos, surge a poderosa força astronáutica
desse Império, e começam os problemas. O que aconteceu com a colonização europeia nas Américas (e
noutras artes do mundo) é uma réplica do que aconteceu no cosmos: começaram os grandes confrontos
estelares… que foram descritos, por George Lucas, nos filmes da série Guerra das Estrelas. A Ordem de Jedi e a
Ordem dos Sith são, respectivamente, a Ordem dos Cavaleiros de Metraton – conhecidos como os Cavaleiros de
Maytreia – e os Cavaleiros da Ordem do Dragão Negro. Essas pessoas com poderes extrafísicos, que
dominavam o poder encarnacional, existiam e formavam esses impérios. Então, no decorrer de milhares e
milhares de anos, muitos impérios surgiram e decaíram, muitas guerras foram travadas, muitas destruições
planetárias de nível apocalíptico, ocorreram.
Entretanto, segundo o decreto de Lúcifer, as almas continuavam obrigadas a encarnar sistematicamente nas
diversas raças, para poderem evoluir.
Então, o Arcanjo Miguel, apoiado pelas Hierarquias das Fraternidades Cósmicas, começa a inserir o Projecto
Avatárico em cada uma dessas raças: Seres ascencionados da Hierarquia Superior, predispunham-se a encarnar
dentro de certas Raças com o objectivo de despertar a Consciência Crística. Lúcifer apoia o projecto de
Miguel e “convida” vários dos seus comandados para começarem a inserir, nessas raças, Avatares da Ordem
Lanonadek com o intuito de despertarem a consciência dos seres através da via da religião.
Lúcifer é uma entidade de nível vibracional de 16 a 18D, que nunca encarnou em nenhum planeta e sempre
orbitou como um Arcanjo. A questão é que cada planeta de Satânia, criado pela Ordem Reptiliana,
tinha um deus chamado Lúcifer ou Baal. É assim que o nome deste Arcanjo começa a surgir como cocriador
local, porque ele era a instância máxima do quadrante!
Um parêntese para dizer o seguinte:
1) A Hierarquia Arcangélica trabalha o aspecto espiritual da evolução.
2) A Hierarquia dos Elohins trabalha com a estabilidade atómico/molecular dos corpos, inclusive o físico.
3) A Ordem Lanonadek (Lúcifer) é a responsável pela fixação dos padrões de ADN, que cristalizarão a forma
de vida material. São os geneticistas, por assim dizer.
Então, como geneticista, o papel de Lúcifer era co-criar. Portanto, era ele que “assinava” a documentação
relacionada com esses projectos. É considerado o Deus Criador em muitos planetas do nosso quadrante,
porque, na consciência desses seres, Lúcifer era o autor dos seus moldes biológicos. Por isso, em muitas das
nossas religiões antigas - Atlântida, Lemúria, Suméria, etc. - se fala de Baal e Lúcifer. Para toda essa gente ele
era o co-criador racial, era a Regência Máxima.
Mas vejamos outros aspectos:
À medida que cada planeta foi evoluindo e envolve ndo-se com a proposta energética de Lúcifer, a população
começou a criar um holograma dessa entidade na sua consciência e na do planeta. Da mesma forma que nós
temos um holograma de Jesus crucificado, de St. Germain e tantos outros seres que conhecemos ou de quem
“ouvimos falar” - criado pelas nossas formas-pensamento, que projectam uma energia (capaz de formar uma
“imagem” na consciência) - também os povos desses planetas criaram um holograma de Lúcifer de acordo
com a suas crenças. Isto originou um holograma multidimensional da consciência de Lúcifer, fragmentada na
cultura religiosa de cada um desses povos.
É aqui que começa o grande problema. Porquê?
Porque, muito tempo depois, a guerra (como consequência do alto índice de negatividade dos padrões
genéticos) chegou ao ponto culminante de destruir 7 ou 8 estrelas, com seus respectivos planetas e populações
– uma chacina absurda. É então que, pela primeira vez na história conhecida das nossas civilizações estelares, a
Confederação Intergaláctica intervém, através de Shtareer, de Miguel e outras Hierarquias Superiores,
impedindo o confronto físico e pondo finalmente ordem na situação.
Neste contexto, o que é que foi determinado?
Todos os seres que tinham violado a primeira lei “Não matarás”, a segunda lei “Ama o próximo como a ti
mesmo”, e a terceira lei “Respeita o livre arbítrio do próximo”, foram encerrados numa grande Barreira de
Frequência (véu) e chamados às suas responsabilidades reiniciando o seu ciclo de reencarnações em 37 planetas
de exílio (entre eles a Terra). Trata-se de um exílio temporário para, partindo de um novo ADN
contendo a herança hereditária de todos os grandes impérios (que se guerreavam entre si), acabar de
vez com a competitividade. É assim que o ADN dos Humanos terrestres possui uma carga hereditária das 22
Raças Cósmicas que se odiavam entre si, por motivos religiosos, políticos, etc. Portanto, como a nossa alma,
durante muitas encarnações, encarnou na Raça Reptiliana - que não podia ver a Raça Humana - foi obrigada a
encarnar também como Humana. Ou seja, para acabar de vez com a percepção psicológica, vivida no passado,
da competitividade de uma Raça em relação a outra, a alma teve de encarnar aqui, guardando a herança
hereditária de todas as raças que achava serem suas inimigas.
Este foi o Grande Plano… que Lúcifer também apoiou.
A verdade é que, no princípio, não se sabia até que ponto uma alma, com o ADN manipulado negativamente,
poderia levar a sua maldade. Naquele momento da História Galáctica não se conhecia o limite da maldade.
Aliás, nem se sabia que a maldade era ilimitada. Por conseguinte, o problema existia porque Lúcifer apostou
num projecto sem estar precavido, sem estar devidamente apoiado, até juridicamente. Lúcifer não sabia o
que poderia acontecer. Era uma incógnita. Quando ele se dirigia ao Pai e lhe perguntava: “O que é que vai
acontecer?”… Micah não respondia! Não respondia porque nunca tinha estado aqui em baixo. Micah partia do
princípio que uma alma divina provinha de Deus. Por mais que descesse até aqui para brincar à “dualidade”,
sendo umas vezes boazinha e outras vezes mazinha, manter-se-ia num parâmetro de equilíbrio. Portanto, o
desequilíbrio criado artificialmente, por via genética, por Satã e seus Irmãos, jamais cabia na cabeça de Sananda.
Isso era algo impossível. Desta forma, Lúcifer nunca obtinha uma resposta do Comando Superior acerca do
que eles achavam do projecto. É essa falta de comunicação que Lúcifer expõe nos seus escritos.
O opositor do projecto foi Gabriel, pois, a longo prazo, apercebera-se de que a coisa não ir ser tão fácil
quanto se imaginava. Mas Lúcifer julgou que bastaria colocar uma Barreira de Frequência para limitar o
processo. Ninguém imaginava que a coisa chegasse onde chegou e que as nossas limitações genéticas criariam
uma “bomba atómica” emocional.
Imaginem todos nós, trancados aqui (nesta sala) a pão e água; não tardaria a atingirmos o desespero. Foi o
que aconteceu no cosmos!
É por isso que cada um de nós está a passar por esse processo, vivendo em sociedades altamente racionais
e evoluídas tecnologicamente (mas com baixo índice de espiritualidade). Desenvolvemos a percepção emocional
e racional, e aprendemos a respeitar aquilo que temos como certo. Portanto, tudo foi manipulado de uma
forma totalmente indevida pelas hostes intermediárias… cujos membros acabaram também por cair na dualidade
(tendo de passar a encarnar), por terem seguido projecto de Anhotak, totalmente desarmónico em relação
ao projecto original do Arcanjo Miguel.
Por conseguinte, havia uma segregação energética: as Hierarquias de Luz Crísticas orbitavam lá em cima e
as outras orbitavam aqui em baixo. Estas, porém, não eram más; não se tratava de seres malvados; apenas
tinham propostas diferentes. Cada Raça, do seu ponto de vista, achava-se na razão do que pregava.
Porém, muito frequentemente usavam a guerra como forma de comunicarem os seus valores.
Foi essa forma de agir que saiu do controlo.
Quando começou o exílio nos 37 planetas, quem é que pagou a conta?... Lúcifer, pois fora ele que assinara
o projecto!
Aqui na Terra, com a manipulação religiosa, consideramos Lúcifer como um grande Anjo Caído. Mas quem
era o seu colaborador directo?... Satã, que fora chamado para a Terra, que estava perto de Rigel (700 anos-luz
aproximadamente) onde tinham ocorrido os maiores confrontos bélicos. Aliás, Satã já tinha desenvolvido alguns
projectos, como Maldek3 e Niburú, que também não tinham dado um resultado muito harmónico. Então, devido
ao aprisionamento terrestre dos seres das 22 raças, as religiões por eles formadas são baseadas em Baal e em
Marduk, os nomes herméticos de Lúcifer.
É em face destas situações culturais e religiosas que começam a surgir os seres da Ordem Crística (como
Miguel postulara para acabar com a situação satânica). Sanat Kumara, por exemplo, vindo de Vénus há 18.6
milhões de anos, funda na Terra a famosa Fraternidade Azul de Vénus, que acabaria por se tornar na Fraternidade
Branca da Terra. Com a chegada dessa Entidade, a Terra inicia um processo de evolução através do Cristo,
confrontando a evolução pela dor e pela terminologia dos Filhos de Satã. Nasce assim uma nova etapa
evolutiva da Terra, onde começa surgir a imagem negativa de Lúcifer como um Anjo Caído. A Humanidade,
através de rituais de oferendas de magia negra, cria um arquétipo de um falso Lúcifer de 6D, porque
a maior parte dos seres espaciais, caídos ou renegados, eram de 5D e 6D. Surge então o holograma do
Lúcifer terrestre de 6D, porque na verdade, ele nunca esteve aqui (3D). Quem esteve aprisionado aqui foi
Satã. E nós confundimos os dois!
Desta forma, no plano astral e no Umbral, começa a surgir um holograma do “diabo”, formatado por nós
através da magia negra, ao qual, erradamente, demos o nome de Lúcifer e outros nomes, que se referem a
3 - Planeta que orbitava entre Marte e Júpiter. Foi destruído numa guerra nuclear. Actualmente é o conhecido “Cinturão de
Asteróides” do nosso sistema Solar.
antigos Comandantes Estelares extraterrestres aprisionados na Terra para passarem pelo processo evolutivo
encarnacional, mesmo no Umbral, a fim de corrigirem o desvio infligido sobre a Humanidade através da manipulação
genética. Assim se formatam os Tronos do Umbral – a que a tradição religiosa chama “inferno”. Foi
neste processo que separámos o Céu da Terra, à superfície ou no subsolo. Por isso, muitas pessoas se
assustam quando ouvem falar dos intraterrenos, porque acham que qualquer ser intraterreno é um ser negativo.
Mas isso não existe.4
Então, o que é que surge desta situação?
Há mais de 450.000 anos começam a formar-se Impérios Umbralinos, digamos assim. O Umbral da Terra e
dos outros 36 planetas, têm sete dimensões para baixo, cada uma delas subdividida em 7 frequências, o que
totaliza 49 níveis de Umbral ou 49 “infernos”, cada um deles com uma regência específica. Foi por estes diversos
níveis que estes seres negativados se subdividiram. Desta forma, os Tronos dos Potentados da Luz controlam
a nossa evolução e os Tronos Negativados do Umbral controlam a evolução umbralina. E nós estamos no
meio! Portanto, nós subimos ou descemos consoante as nossas escolhas e manifestações. Podemos assim
explicar as Religiões, o Ocultismo, o Espiritismo, tal como os Comandos Estelares e a verdadeira origem de
Lúcifer dentro de todo este contexto.
Como se disse, o Arcanjo Lúcifer nunca esteve na Terra, encarnado ou aprisionado; esteve supervisionando.
Num encontro que tivemos extrafisicamente, ele deu-me a entender que foi leviano, foi um Pai que não soube
colocar o Filho no seu verdadeiro lugar. Foi libertino ao passar a mão na cabeça do Filho (Satã) sem saber o
que esse Filho andava a congeminar. Portanto, a grande falha de Lúcifer foi ter sido totalmente conveniente
e não se ter preocupado detalhadamente com o processo. Essa foi a grande falha dele. Mas o
“diabo” – como lhe chamavam – já se retratou perante Sananda/Jesus e começou a trabalhar em prol no
grande Resgate Cósmico da Terra.5
Na verdade, o que é que aconteceu a nível do Grande Jogo Cósmico?
Quando ocorreu o clímax do Grande Confronto Cósmico e o Arcanjo Miguel interveio, com a sua frota, por
conta própria sem pedir ordem a ninguém, o Chefe (Micah/Sananda/Jesus) foi chamado, pois tinha acontecido
algo inédito: um Arcanjo tinha intervido no processo evolutivo da galáxia! É aí que o “Velho” resolve tirar os
óculos, largar a bengala e dizer: O que é que está a acontecer? (Risos). Foi naquele momento que Micah se
apercebeu da magnitude do que significava ter aberto um espaço chamado Universo de Livre Arbítrio.
Naquela época, Shtareer, que estava no seu Universo, chamado Shinkara, veio trazer a Micah o arquétipo
co-criacional de Shinkara, que também era um padrão de dualidade. Só que, para manter o projecto estruturado,
esse padrão de dualidade, sob o comando de Shtareer, fora controlado e permitira, no máximo, 15 a 22%
de negatividade e competitividade no ADN daqueles seres. Quando Shtareer soube que Satã e Lúcifer estavam
a trabalhar com taxas muito superiores, apercebeu-se que a coisa daria problemas. Veio então falar com Micah.
Na verdade, Micah nunca acreditou na maldade de ninguém. Ele não conseguia conceber que um Filho Cósmico
chegasse ao ponto de arquitectar uma destruição em massa. Do ponto de vista de um Ser Cósmico
daquela grandeza, tal coisa não tem nexo, não faz sentido, não pode existir. É como virem dizer a alguém que
o filho é assassino. “Não pode ser! Eu viu-o nascer! Como pode ser um assassino?”… Jesus, naquele plano, não
conseguia conceber que um Filho dele chegasse a tal ponto. Quando ocorre a Grande Intervenção de Miguel e
outros Seres, gera-se um grande problema porque Micah, não convencido da dualidade, disse: “Eu vou descer e
experimentar fisicamente cada um desses (37) mundos, para saber o que é essa dualidade de que vocês tanto
falam”. Aí, quem teve um ataque cardíaco – se assim se pode dizer – foi Gabriel e Metraton, porque, nunca na
História Cósmica, um co-criador desse gabarito tinha descido para um nível de 3D, usando um corpo biológico
humano! Não havia registos disso. Mas Micah disse que ia quebrar a regra porque, antes de criar qualquer
sentença, queria entender os seus Filhos. Então, foi criado um Projecto Avatárico em cada um desses mundos.
Foi assim que Sananda desceu em cada um dos 37 planetas; não só na Terra.
O factor inédito deste processo foi que os seres renegados, Anhotak, Satã e seus acólitos, jamais
acreditavam que o próprio Pai viesse ao nível físico. Naquela passagem bíblica em que Satã vai ao deserto
tentar Jesus, Satã não tinha ideia de quem era aquele ser. Ele supôs que era um Filho da Alta Hierarquia, mas
nunca imaginou que fosse o próprio Criador. Então, o encontro de Satã com Sananda, já com a Consciência
Crística acoplada (depois do baptismo), significou a quebra de todos os seus paradigmas.
Tal como nós, Jesus viveu na carne os grandes problemas da dualidade, dos quais reclamamos. Mas os
Seres Ascensionados têm dificuldade em entender os nossos problemas materiais, porque vibram em outra
4 - Veja no final deste texto o que diz Kryon sobre este mesmo assunto,
5 - Vejam-se, pelo menos, as suas canalizações no botão “Sirva-se” de www.velatropa.com, ligação para “Lúcifer”.
oitava de energia. Era o que acontecia com Micah até Jesus os experimentar, ao vivo. Como também esteve
nos outros 36 planetas, conseguiu entender o que se passava.
Foi aí que Micah criou o conceito da Operação Resgate: todas as almas passariam, a nível cósmico, pela
divisão do trigo do joio, sem excepção. A Operação Resgate não seria uma operação fís ica de resgate, mas
sim uma libertação energética através da consciência de cada um. Nós vamos elevarmo-nos através da
consciência porque Jesus verificou que eram típicos os ciclos de decadência consciencial (como ocorrera na
Atlântida e na Lemúria). E porquê?... Porque, quando os Comandos Estelares evacuavam o planeta, voltavam a
colocar as pessoas aqui, uns tempos depois… sem terem aprendido nada. Por isso, o projecto foi alterado e
vamos ter de despertar a consciência a partir dos próprios processos internos. Por essa razão, na Convergência
Harmónica, foi declarado que a Terra não seria aniquilada numa 3ª Guerra Mundial ou num cataclismo, como
nós acreditávamos que iria acontecer. Por isso, as profecias chegam até 1985 ou 86 e depois não se concretizaram.
Se considerarmos as profecias de Edgar Cayce, a Califórnia era para ter afundado em 1985. Mas não ocorreu.
Depois passou para 87, e também não afundou… Voltaram a adiar para 2002, mas ainda está lá, porque o
Projecto da Terra foi mudado através da interferência divina do Pai, no caso Micah/Sananda/Jesus. Assim,
todos os arquétipos cósmicos dos Arcanjos, Elohins, Serafins, etc., começaram a actuar na reconstrução da
malha electromagnética da Terra para recuperar a nossa verdadeira consciência.
Foi aí que eu me deparei com o holograma de Lúcifer de 6D que, até há um ano e meio atrás, não sabia que
existia. Eu conheço o Lúcifer original, mas não o do holograma de 6D formatado por nós, pois sempre me
projecto acima de 8D. Então, apercebi-me que somos nós que criamos os hologramas, através dos rituais
religiosos das nossas fés, no plano astral e telúrico. Foi assim que criámos o diabo, que nunca existiu! Criámos
um holograma com chifres, rabo e um tridente na mão… mas esquecemo-nos de que o tridente é um ceptro de
poder representa tivo da Trindade - o Pai/Mãe, o Filho e o Espírito Santo - e não uma ferramenta do diabo. É o
símbolo de Neptuno, o Senhor dos Mares. Mas, para nós, simboliza o quê?... O garfinho para espetar no nosso
traseiro! (risos). Então, foi através das crenças religiosas que criámos diversas correlações de Lúcifer e tantas
outras divindades que, para nós, representam o demónio.
Na verdade, originalmente, esses demónios eram o quê?... Seres do espaço que não respeitavam as três leis
máximas. Isso, porém, não significa que sejam demónios; significa que têm uma consciência e uma
conduta ética questionável. O problema não são eles, somos nós que, com o nosso fanatismo, criámos
aquelas frequências intermediárias negativas. Então, quando, depois de desencarnar, nos manifestamos através
do processo mediúnico, começamos a lutar, a ofender, a exigir sangue, a pedir bebida, fumo, etc. Ou seja,
criamos um holograma e, quando desencarnamos, encorporamo-lo e ficamos presos a ele. Então, enquanto a
nossa consciência não despertar, estamos presos e, consequentemente, vibramos naquela energia. Assim,
quando nos manifestamos mediunicamente, demonstramos aquilo que acreditamos ser real.
Esse é o grande problema das Escolas de Magia, da Umbanda e do Candomblé e suas correspondências no
mundo inteiro, porque não trabalham no conceito crístico da luz, mas no conceito do dinheiro. Cada um chega
lá e paga para que eles dêem um jeito na sua vida, usando, de forma indevida, as entidades ditas demoníacas,
para aprisionarem as pessoas nessa linha de trabalho. A questão é que, infelizmente, muitas dessas pessoas
alimentam conceitos religiosos e apreciam posturas de intercâmbio com esses “demónios” do outro plano.
E aqui voltamos a falar da energia de Lúcifer.
O que significa “Lúcifer”?... Luz, aquele que é feito de luz!... Então, Lúcifer jamais foi um Anjo Caído. Cometeu
os seus erros, concordo, mas não com a intenção destrutiva que as pessoas imaginam. Satã também cometeu
erros?... Cometeu. Mas porque foi ensinado no contexto de um padrão evolutivo distinto.
Querem ver um paralelo com os Humanos?... Imaginemos uma criança que, desde pequena, frequenta a
Academia Militar. Ela vai ser ensinada a obedecer e a seguir ordens; senão obedecer, castigo! Cresce sob este
parâmetro: “O superior mandou, eu cumpro.” Foi o que aconteceu com Satã, que foi criado num ambiente
ditatorial. Aquilo que fazia e divulgava era a realidade dele. A maldade primordial não partiu dele; partiu de
uma série de situações que Anhotak criou (em Anágora). As pessoas perguntam: “Então, Anhotak é o diabo?”…
Digamos que ele foi o pivot da situação, gerada há biliões de anos atrás. Talvez nem ele conhecesse a
envergadura do que estava a acontecer e do que daí resultaria. Então, quando foi criado o processo
reencarnacional, nós passámos, a nível cósmico, a experimentar várias raças, vários processos evolutivos para
entendermos o que fora feito em cada ciclo. Nós temos lembrança plena desse processo reencarnacional
extraterreno, das encarnações em várias raças.
Bom, então, quando é que eu conheci esse famoso Lúcifer de 6D (holograma)?
Certa vez, fui chamado para fazer um trabalho no deserto chileno, mais propriamente no Vale da Lua - a
cratera de um vulcão extinto, a 2100 metros de altitude - devido aos sacrifícios feitos ali no tempo anterior à
chegada dos Espanhóis. Quando as naves começam a aterrar (para colaborar no trabalho), defrontei-me com o
holograma 6D de Lúcifer. Como estava sintonizado com Shtareer foi possível fazer o que tinha de ser feito. De
facto, no passado, tinham usado o holograma de Lúcifer para os rituais de magia. Então, para poder libertar
essas almas, a nível umbralino, eu tinha de fazer a libertação e a reinversão de um dos 7 fractais de Lúcifer.
Esse fractal foi aprisionado e entregue a Shtareer e Miguel, tendo sido feita a sua despolarização e a libertação
do elemental que fora usado para o criar.
E o que era aquele holograma?... Era o que nós tínhamos usado no passado para os trabalhos de magia
negra! Cada oferenda, cada matança feita em nome de Lúcifer e de Satã, criava um holograma energético
maligno, aprisiona ndo todas as entidades que tinham morrido em nome daquilo. Então, para poder
libertar esses seres, eu tinha de fazer a despolarização daquele arquétipo. Apesar de ter utilizado o meu corpo
físico, quem fez o trabalho foi Shtareer, Miguel e o Shiva. Foi interessante porque verifiquei que aquele
arquétipo representava as energias de ódio, raiva e poder do holograma terrestre do “diabo”. Mas um holograma
só tem o poder que você lhe der, por ter medo. Quando você sai da frequência do medo,
aquilo não tem como interagir consigo, porque não passa de uma ilusão. É como se você olhasse para
uma grande caricatura do diabo e ficasse com medo. Mas, se souber que se trata de uma caricatura sem
qualquer realidade, a coisa não tem como interagir com a tua energia. As pessoas que lidam com essas
energias negativas interagem com um diabo aparente; é o seu “diabo interno” que entra naquela sintonia.
Nesse trabalho, apesar de todos os boicotes que tivemos de enfrentar para nos impedir de chegar ao local,
libertámos 15.700 almas que estavam dentro daquele vulcão extinto.
Resumindo: através das nossas crenças religiosas, nós fomentámos teluricamente hologramas que passaram
a alimentar-se dessas energias. É aí que entram quase todas as linhas ritualistas de magia negra. No passado,
fomos obrigados a passar por rituais satânicos. Não deve ter sido nada agradável; daí o nosso medo
subconsciente dos nomes de Satã e de Lúcifer. Ou seja, durante o processo histórico extraterrestre e terrestre,
nós vivemos etapas onde as ditaduras religiosas criaram impérios pelo medo e pelo poder. E nós, obviamente,
adquirimos experiências nada agradáveis. Daí as fobias e traumas em relação a várias divindades religiosas. É
aí que ainda existe o nosso diabo interno. Ou seja, as experiências mal sucedidas geraram um arquétipo do
diabo, ao qual a Igreja chama Lúcifer e Satã. E nós aceitámos esse dogma! Então, o problema não é Lúcifer
ou Satã; é a nossa informação acerca de quem é o diabo na nossa vida. O que é que isso representa
na nossa existência? O facto é que, no nosso processo encarnacional, todos nós já tivemos um pé no Umbral!
Como funciona o Umbral?... É bem simples, e é importante saber:
O Universo é regido por vibrações e frequências. Quando nós estamos para desencarnar, o nível de
frequência em que nos encontramos determina exactamente o lugar onde vamos parar depois da
passagem. Se desencarnamos com ódio, raiva e rancor, em relação a uma situação ou a uma pessoa, cria-se
um holograma que se cristaliza do outro lado. Ficamos presos aqui e do outro lado, e entramos para o reino
umbralino, que tem vários níveis distintos de energia. Ao contrário, quando, ao desencarnar, nos entregamos a
Deus e passamos de alma lavada, porque resolvemos tudo o que havia para rever durante a vida, ou seja,
estamos tranquilos, vamos para um padrão mais elevado. Então, quando a pessoa está altamente negativada e
numa situação pesada, passa para outro lado num nível muito baixo, e vai ser servido por entidades da mesma
frequência, que o vêem como “carne nova”. Essa pessoa passa a ser escravo do “bando” já existente nessa
frequência, que é regido por uma entidade negativada.
Então, esses seres umbralinos acreditam piamente que Lúcifer e Satã são o mesmo ser, que é o diabo! De
facto, o holograma de Lúcifer, de Satã ou de qualquer um desses seres, existe realmente mas é alimentado por
nós. Assim, quando alguém trabalha com o lado negro da Força, na magia negra, para prejudicar os outros,
está alimentando seres que vibram naquela energia, que querem alimento, aquele sangue, aquele cadáver para
fazerem o que lhes foi pedido.
Temos, portanto, os dois lados; o lado luminoso e o lado demoníaco, que, infelizmente, a maior parte de nós
usou nas religiões do passado. Lembrem-se de que chegámos a oferecer a vida de crianças para aplacar a ira
de Deus. Então, cultural e religiosamente, todos nós fizemos matanças, porque tal era permitido pelas estruturas
religiosas. Todos nós desenvolvemos esse lado obscuro devido à cultura religiosa. Também isso temos de
resgatar na nossa consciência planetária que, basicamente, é o respeito pela vida, o respeito pelo próximo.
Foi essa falta de respeito que desencadeou a grandes guerras estelares. (Apontando para cima) Isso
também é para vocês! Cada vez que desrespeitamos a vida, criamos um carma.
O nosso passado encontra-se com o nosso presente, e a Terra está passando por um salto quântico estelar.
Kryon diz que, através do Implante Neutralizador, temos de nos libertar do passado, da raiva, da culpa, do
medo. Só que, muitas vezes, o medo provém de experiências extrafísicas de confrontos passados, algo que
está armazenado na memória quântica celular. Assim, eu preciso de entender que, no meu passado, por exemplo,
devido a uma crença religiosa ou racial, eu achava que tinha de matar todos os Dracos porque eles não
prestavam. Ainda hoje, na nossa sociedade terrestre, estamos em guerra por causa de disputas religiosas,
sociais, económicas e militares. As pessoas ainda se agridem por cauda de equipas de futebol! Então, o despertar
de consciência diz que temos de perdoar. Mas perdoar a quem?... A nós mesmos! E o que é que eu tenho
de perdoar a mim mesmo?... Os meus medos, derivados das experiências mal sucedidas do passado.
Escrevi muito sobre Lúcifer para que pudéssemos entender a origem da mentira que foi formatada pelas
instituições religiosas sobre ele, sobre Satã e sobre a nossa própria participação nessas situações, quando
praticávamos magia negra porque a religião permitia. Libertar o passado é simplesmente entender que
vivemos um holograma instituciona lizado pelas religiões da época. Mas eu liberto-me quando percebo
que esse passado só tem força quando eu o potencializo.
Os Comandos Estelares, os Irmãos do Espaço - Sirianos, Pleiadianos, Canopeanos, Marcianos, Maldekianos,
Rigelianos, Veganianos, etc. – todos eles cometeram o mesmo erro: egocentrismo, disputas de poder!... E
todos eles estão cobrando o carma, aqui na Terra. Porque é que vocês acham que uma esquadra gigantesca de
Sirianos, Pleiadianos, Arcturianos, etc. está ajudando a Humanidade?... Será porque são bonzinhos?... Não!...
Eles estão aqui aguardando o nosso regresso, a aprendizagem que temos para lhes entregar, fruto das nossas
experiências na Terra. A maior parte dos Irmãos do Espaço, que trabalham connosco na Terra, estão aprendendo
através de nós. Como?... Por telemetria sensorial. Imaginemos uma pessoa que seja Pleiadiana. Essa
pessoa tem o Comando Pleiadiano acoplado a ela teluricamente, monitorando-a 24 horas por dia. Assim, tudo o
que ela experimenta, passa para eles a nível sensorial. Conclusão: todo o Grupo Pleiadiano vai compreender o
processo de vida da Terra. Então, eles esperam que essa pessoa saia da Terra e volte para as Plêiades com as
experiências que aqui viveu.
Quinto medo – O medo do lado obscuro
Excerto do capítulo 12 (OS Nove Medos) do Livro 9 de Kryon – O Novo Começo.
Agora, vamos abordar aquilo a que se chama «o medo do obscuro». Aqui têm uma informação que sabem
intuitivamente: essa coisa de «lado obscuro», pura e simplesmente não existe!
Através de toda a história da Humanidade, em todas as culturas, os Humanos relacionaram a energia da
escuridão com outra entidade, outro poder, que, por desejar ascender, tudo faz por agarrá-los e derrubá-los.
Ao longo da vossa infância, tiveram medo dos «monstros» e outras entidades que estavam ali para vos
«agarrar»6 Há quem vos tente impingir a ideia de que, quem não pensa de certa forma, será capturado por
entidades obscuras ou corre o sério risco de ser «possuído». Isto não é verdade, nem nunca foi! São os
Humanos que criam o seu lado obscuro, pois têm o poder da luz, tal como têm o poder da escur idão.
Permitam-me ser mais específico, pois alguns perguntaram: «Kryon, é possível que seres humanos tenham
uma vibração tão baixa que lhes permita criar obscuridade noutra pessoa?»
A resposta é. Claro que é possível! Um exemplo: o que é que acontece quando tentam encontrar o caminho
para um certo local de uma casa quase às escuras? De repente, a pequena luz que facilitava a deslocação...
desaparece.... e logo vocês ficam congelados! Agora, vejam: O que ocorre se o «caminho» que tentam encontrar
é a vossa linha de vida? Começam logo a sentir medo, ficam sem se poderem mexer! Sem luz, de repente,
começam a perguntar-se que «outra coisa» poderá estar ali... desatam a ouvir coisas... enfim, o medo começa
a possuí-los. Mas, afinal, o que é que aconteceu? Bom, a luz, simplesmente, apagou-se; vocês, porém, criaram
as condições para que o medo surgisse e fizesse o seu trabalho.
Há Humanos do «outro lado» capazes de vos enviar escuridão? Sim, há... e sempre houve quem estivesse em
condições de fazer isso.
Acaso não vos parece natural, meus caros, a capacidade de escolherem entre a escuridão e a luz? Acaso não
faz sentido que a consciência se veria limitada se só pudesse enviar luz? No entanto, eis aqui o que também
têm que saber – isso não vai continuar durante muito mais tempo! O exemplo que acabámos de dar pode ser
horripilante, a menos que quem está dentro na escuridão daquela casa, disponha de uma luz adicional.
Reparem, não há igualdade nos matizes de luz; cada um deles é uma energia em si mesmo. Podem manifestar
o matiz que desejarem, mas aquele que manifestarem tem a sua própria vibração.
Há muito tempo atrás, informámos que a luz é activa e que a escuridão é passiva. Os matizes possuem energias
vastamente diferentes Quando se encontram numa casa escura e abrem uma porta, não é a escuridão
que sai para o exterior; é a luz que entra! O que é que isto ensina em relação ao poder da luz?
Ensina que os matizes de nível vibratório mais elevado são mais activos e mais poderosos; ensina que é mais
6 - «Se não comes sopa toda vem aí o papão p’ra te levar, ouviste?», diz a mãe.
fácil e mais rápido gerar uma energia positiva. São precisos mais Humanos para criar uma baixa vibração
do que para criar uma outra mais elevada.
Considerem uma casa cheia de gente, totalmente às escuras. Se chegar um Trabalhador da Luz, toda a casa
se ilumina. Àqueles que têm medo do escuro, vou dizer o seguinte: têm medo, porque ainda não
compreenderam o vosso poder de se transformarem num Farol de Luz. Podem estar na situação mais obscura;
podem estar rodeados daqueles que – às dezenas e dezenas – tratam de vos envolver em escuridão, no
entanto, um só Ser Humano iluminado anulará toda a escuridão!
E vocês admiram-se por nós estarmos tão excitados? É que o matiz «normal» do planeta durante os últimos
anos, simplesmente, subiu de nível! Já que, na vossa forma de pensamento linear de 3D, adoram criar plataformas,
nós ajudaremos com o seguinte: colectivamente, este planeta decidiu elevar a energia cons iderada
«normal», para outro registo de vibração. É por isso que vocês se encontram aqui, presentemente
e a Rede está a ser ajustada.7 A diferença entre escuridão e luz, assim como o que está de permeio, recebeu
um incremento como nunca recebera. E, aqueles que continuam entretidos a criar obscuridade sentem cada
vez mais dificuldade em encontrar lugares sem luz. Compreendem isto? Qualquer entidade individual, que se
tenha manifestado através do véu, deu-vos esta informação: vocês, queridos Humanos, estão capacitados para
criarem qualquer tipo de vibração. Em tempos, quase tudo possuía um lado obscuro, tão escuro que os
segredos foram ocultados durante séculos. Acaso notaram, nos últimos tempos, alguma diferença no que toca a
conspirações e segredos? De facto, nada disso consegue manter-se escondido durante muito tempo! Pensam
que todas as revelações com que se deparam são apenas coincidências? Dado que os níveis mais elevados
estão a ser «abertos», segredos e conspirações deixaram de ter a «baixa vibração» para se agarrarem. Não
têm, porque vocês iluminam esses «terrenos» com a vossa luz! Isto ocorre na política, nos negócios... até ao
nível dos governantes dos países.8 Agora, o tema é: Responsabilidade. Acabou o tempo dos «escondidinhos
». O que isto vos diz sobre a luz e a escuridão? E sobre o equilíbrio no vossa planeta?
Este texto pode ser divulgado livremente
7 - Este ajuste terminou em Dezembro de 2002.
8 - Note-se o que está a acontecer em Portugal, de há uns meses para cá. A partir de 2002, houve, de facto, um aumento
extraordinário no que toca à emergência de toda a espécie de escândalos e situações obscuras - corrupção, pedofilia, redes
clandestinas de droga, prostituição, etc. Numa outra direcção – mas também inserida neste movimento do «trazer à luz», já
em Janeiro de 2003, a Loja Maçónica do Grande Oriente Lusitano abriu as suas portas completamente, imagine-se, e
apresentou-se ao povo português com um manifesto de «mobilização nacional» para ajudar na recuperação global do país.
De facto, espantoso. Ah!... lembrei-me agora! Senhores do Reiki e Karuna: Essa coisa de manter os símbolos secretos... tem
os dias contados!

 

 

 

 

Reflexição

Amigo é aquela pessoa com quem conversamos sem reservas,
independente da hora ele sabe oferecer o aconchego do seu coração sem pedir nada em troca, e quando ele precisa sabe que pode fazer o mesmo sem objeção, não importa o tempo que estejam distante fisicamente, amizade é irmã do amor e não tem cara, tem reciprocidade, afetividade, respeito, carinho, confiança e alegria.


Amigo é aquela pessoa que nos diz o que acha ser correto, mesmo não sendo o que gostaríamos de escutar, más sabe respeitar a decisão do outro sem censuras.

Amigo nos avisa do perigo quando não conseguimos enxergar, sem contrapor nas decisões tomadas.

Amigo sabe dar e receber o ombro amigo sem pré-requisitos, ele sabe ouvir, tanto quanto escutar...
Amigo naturalmente se comporta com aceitação mil e ameaça zero.


Não existe escola para formação de amigos,
eles por si já nascem aptos, por isto não impomos regras dentro de uma amizade,
elas se compatibilizam....

 

 

 

Portfolio

BANCO DE ORAÇÃO!

BANCO DE ORAÇÃO! Havia um certo homem na Bíblia que comoveu o coração do SENHOR.  Este homem foi Jabez e foi recompensado pelo  PODER DA ORAÇÃO. [Óh Senhor que me abenções] [Que alargues as minhas fronteiras] [Que seja comigo à tua mão] [E me preserves do mal] [De modo que não me...

CENTENÁRIO DAS ASSEMBLÉIA DEUS 1911 Á 2011

    TWITTER: www.twitter.com/adbrasil Jesus Salva, cura, batiza com o Espírito Santo e em breve voltará! "Quando Daniel Berg e Gunnar Vingren, chegaram a Belém do Pará, em 19 de novembro de 1910, ninguém poderia imaginar que aqueles dois jovens suecos estavam para iniciar...

Deus está abrindo uma porta diante de você.

  Deus está abrindo uma porta diante de você. Porta aberta é sinal de boas-vindas, de cordialidade e de que você é aguardado. Jesus tem as chaves Assim diz o Senhor eu abro as portas conforme o Meu querer E as fecho também, Ninguém vai fechar o que Eu abrir, Ninguém vai abrir o que Eu...

Eu sei em quem tenho crido,

  Eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até àquele dia. 2º Timóteo 1:12 'Eu, espero com alegria a volta de meu Jesus para me levar com ele ir morar no céu de Luz pois ele me prometeu lá no céu um galardão ali terei um novo nome e gozarei...

FOME NA ÁFRICA

???O QUE É MISSÕES??? MISSÕES É ARTE DE AMAR. AMAR como JESUS amou. ARTE de se ENTREGAR, SE ENTREGAR COMO JESUS SE ENTREGOU. MISSÕES É ENTRAR EM GUERRA pra FALAR DE PAZ. É CHORAR PRA TRAZER ALEGRIA, É MORRER PARA TRAZER A VIDA. É DEIXAR MARCAS POR ONDE PASSAR, É MUDAR A HISTÓRIA DO MUNDO... É...

Pois, misericórdia quero, e não sacrifício.” (Os 6.6).

  Pois, misericórdia quero, e não sacrifício.” (Os 6.6). Olhar para o outro e chorar com ele, entender seus valores, compreender sua dor, respeitar suas decisões por mais estranhas que pareçam...  Caminhar uma milha, carregar no colo quando necessário, ouvir seus lamentos, silenciar...

Estudo Bíblico

24-06-2015 20:24

TRÊS PERIGOS DO MOMENTO DE LOUVOR DO CULTO

TRÊS PERIGOS DO MOMENTO DE LOUVOR DO CULTO   Para muitos, o momento de música que compreende a parte principal do culto dominical de uma igreja é, de certo modo, como a escultura de vidro sobre a estante da minha avó: você não pode mexer ali.   O momento de louvor é quase uma fixação...
24-06-2015 20:23

VOCÊ VIVE DE ACORDO COM A BÍBLIA?

VOCÊ VIVE DE ACORDO COM A BÍBLIA? Assunto: Por que muitos não aceitam viver de acordo com o que a Bíblia ensina? Se a Bíblia foi inspirada pelo Espírito Santo de Deus, por que deixar de viver conforme ela ensina? (Coríntios 4:4,5) - Mas, se ainda o nosso Evangelho está encoberto para...
24-06-2015 20:22

SACRIFÍCIO VIVO

SACRIFÍCIO VIVO Assunto: O perfeito sacrifício = Viver em Cristo e para Cristo, fazendo morrer a velha criatura.   Sacrifício vivo: uma aparente contradição de termos; contraste com sacrifício de animais mortos do Antigo Testamento. No Novo Testamento é oferecer a própria vida em...
24-06-2015 20:20

O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE INTERCESSÃO A INTERCESSÃO

O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE INTERCESSÃO A INTERCESSÃO   Interceder é exercer a misericórdia e a compaixão procurando se assemelhar a Jesus Cristo: O INTERCESSOR! Significado: É a oração feita em lugar de pessoas, países, famílias, autoridades, etc. Colocar-se diante da Santíssima...
24-06-2015 20:18

RENUNCIE O QUE LHE APRISIONA E DEUS LHE FARÁ LIVRE!

RENUNCIE O QUE LHE APRISIONA  E DEUS LHE FARÁ LIVRE!   Mt. 5:8 - “BEM-AVENTURADOS OS PUROS DE CORAÇÃO, POIS VERÃO A DEUS.”   I Ts. 4:7 - “PORQUE DEUS NÃO NOS CHAMOU PARA A IMPUREZA, MAS PARA A SANTIDADE.”   Existem coisas que se você não acabar com elas, elas irão...
24-06-2015 20:16

POR QUE SOU PROVADO E POR QUE TENHO QUE PASSAR POR ESTE PROCESSO?

POR QUE SOU PROVADO E POR QUE TENHO QUE PASSAR POR ESTE PROCESSO? Tiago 1:2 - "...MEUS IRMÃOS, TENDE POR MOTIVO DE TODA ALEGRIA O PASSARDES POR VÁRIAS PROVAÇÕES,..."   II Cor. 4:8 -  “EM TUDO SOMOS ATRIBULADOS, MAS NÃO ANGUSTIADOS; PERPLEXOS, MAS NÃO DESESPERADOS;...
24-06-2015 20:14

DEUS ODEIA O DIVÓRCIO?

POR QUE DEUS ODEIA O DIVÓRCIO?   Casal triste Muitas pessoas, dentro e fora da igreja cristã, acredita que, numa sociedade moderna em que se privilegia a liberdade de escolha e a busca por felicidade, qualquer argumentação contra o divórcio é, no mínimo, equivocada. Alguns intérpretes da...
24-06-2015 20:12

O MODELO DA MULHER VIRTUOSA.

MULHER VIRTUOSA.  Assunto: Qualidade de Excelência Moral.   A mulher virtuosa é a coroa do seu marido, mas a que o envergonha é como podridão nos seus ossos.Provérbios.12: 4. Um bom casal que se completam, a esposa, é ajudadora submissa ao seu senhor, seu esposo a sua cabeça. Submissão:...
24-06-2015 20:11

As Orações Contidas no Salmo 119.

As Orações Contidas no Salmo 119   Introdução: O Salmo 119 é de enaltecimento à lei de Deus. O salmista apresenta seu reconhecimento à perfeição e supremacia dela. Apega-se a ela continuamente; é sua luz e proteção. Em meio às palavras ungidas de reverência, ele intercala orações...
24-06-2015 20:10

A FIDELIDADE DE CRISTO

A FIDELIDADE DE JESUS. TEXTO (1Ts.5.15-24; 1Jo.1.9)   I INTRODUÇÃO. FIDELIDADE É UMA CONDIÇÃO QUE TODOS EXIGEM. FIDELIDADE NA AMIZADE, NO AMOR AOS PAIS, FIDELIDADE PARTIDÁRIA, ETC. O SENHOR TEM PROVADO SUA FIDELIDADE, E EXIGE QUE TAMBÉM SEJAMOS FIÉIS A ELE.   II A SUA FIDELIDADE NOS...

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A inspiração divina é a espontaneidade de um coração generoso, que tem um objetivo precípuo: Ser uma bençâo. Todavia, uma vida por si só, pode ser isto e muito mais. Pois, o silêncio pode ser uma grande revelação, Bem como uma imagem ser um grande discurso. Você é a melhor criação de Deus!